Gestantes e Bebês

Vuvuzelas, barulho e os riscos à audição das crianças

Um ruído muito alto e repentino pode provocar um trauma acústico, isto é, lesões na orelha externa e interna.

As vuvuzelas ficaram famosas na disputa da Copa do Mundo da África. São cornetas levadas aos estádios ou qualquer lugar onde se veja jogos, fazendo um barulho danado.

Animada para alguns, a vuvuzela (corneta) pode trazer riscos à criançada. Uma corneta utilizada nos jogos da Copa, por exemplo, pode emitir um som de até 125 decibéis. E adivinhem, mamães, quanto o ouvido humano pode suportar sem que haja muito incômodo? De acordo com a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, os sons suportados pelo ouvido humano são aqueles de até 85 decibéis.

Bebê tapando os ouvidos - Foto: ThinkstockOlha o tamanho do risco. O som da vuvuzela é mais alto do que uma serra elétrica ou cortador de grama, que chegam a 110 decibéis, ou uma sirene de ambulância, que pode chegar a 120.

Lógico que não é preciso ter pânico. Vez ou outra não tem problema. Mas comprar uma vuvuzela pode não ser o presente ideal.

Um ruído muito alto e repentino pode provocar um trauma acústico, isto é, lesões na orelha externa e interna.

Na externa, pode ocorrer perfuração da membrana timpânica. E se o prejuízo chegar internamente, as células ciliares poderão ser lesionadas, tanto as externas quanto as internas. São essas células que potencializam o som dentro do ouvido e o transformam em impulso nervoso, gerando a audição.

A conseqüência pode ser temporária ou permanente. Quanto maior à exposição ao ruído, maior será o dano para a audição. Os sintomas de um trauma acústico para as crianças são os zumbidos (ruído no ouvido mesmo em ambiente silencioso), tontura e irritação. As pequenas que não sabem falar podem ficar irrequietas e incomodadas sem motivo aparente.

O problema durante as comemorações não são só as cornetas de plástico, os fogos, músicas em volume alto, e outros tipos de corneta também são perigosos.

Uma perda de audição nas crianças pequenas pode levar a um prejuízo na aquisição da fala e linguagem e na concentração.

Conselhos: Evite lugares aglomerados e com muito ruído com as crianças. Prefira ficar em casa ou com um grupo pequeno de amigos. Se isso não for possível, proteja os pequenos com protetores auriculares para que o som das vuvuzelas ou qualquer tipo de corneta cheguem em menor intensidade na orelha das crianças.

Lembrete: esses dados servem para os pequenos e também para os grandes.

Bruno Rodrigues

Fonte: https://guiadobebe.uol.com.br/vuvuzelas-barulho-e-os-riscos-a-audicao-das-criancas/

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10 posições sexuais confortáveis para gestantes

 
 
  Especialistas indicam maneiras de deixar o sexo mais prazeroso e agradável para grávidas que não possuem restrições médicas

A gravidez é um período de extremas mudanças para a mulher, tanto corporais como emocionais. Junto com a gestação surgem inúmeras dúvidas, entre elas as que se referem à vida sexual. “Será que devo continuar mantendo relações normalmente?”, “Vai machucar o meu bebê?”, “Pode provocar um aborto?” são algumas questões comuns. “O sexo na gestação é saudável, desde que não haja restrição médica, risco de sangramento ou de parto prematuro”, afirma a ginecologista e obstetra Flávia Fairbanks, especialista em sexualidade humana.

Desta maneira, o pré-natal tem mais uma função importante. Além de acompanhar o desenvolvimento do bebê, o obstetra que acompanha a gestante também poderá avaliar se há contraindicações com relação ao sexo.

>> Confira posições sexuais confortáveis para as grávidas:
De acordo com a médica, mesmo estando liberada para o ato sexual, boa parte das mulheres – e até mesmo muitos parceiros – acredita que a penetração possa prejudicar o crescimento do bebê ou provocar um aborto. Mas isso não acontece, segundo explica a obstetra. “O bebê está protegido pelo colo do útero, pelo tampão vaginal e pela bolsa amniótica”, diz Flávia.

Já no final da gestação, outra preocupação comum é que a prática do sexo possa adiantar o parto. A desconfiança tem fundamento. É que o sêmen muda o PH vaginal e, junto com o orgasmo, pode estimular o início das contrações uterinas. “Em tese, isso pode acontecer, sim. O esperma tem prostaglandina, um dos desencadeadores do trabalho de parto. No entanto, o volume é muito pequeno e, na prática, não é o que se percebe”, esclarece o ginecologista e obstetra Armindo Hueb, especialista em partos de risco.

A posição campeã no quesito conforto é a 'De Ladinho', ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro

Posições mais recomendadas

Quando se fala em sexo na gestação é preciso ter em mente que, com o passar dos meses, algumas limitações corporais vão surgindo naturalmente, especialmente por conta do crescimento da barriga e, às vezes, até dores na coluna. Desta forma, os casais devem priorizar o conforto, para que a mulher consiga sentir prazer durante o ato sexual.

E a posição campeã no quesito conforto é a “De Ladinho”, ou seja, aquela que a mulher fica de costas para o parceiro, segundo comenta a sexóloga Carmen Janssen. “Assim a mulher apoia a barriga na cama e fica com o corpo mais descansado”, diz.

Outra opção recomendada pela especialista, principalmente quando a barriga estiver maior, é aquela chamada de “Agachamento Erótico”, na qual o parceiro fica com as costas na cama e a mulher fica por cima, com uma perna de cada lado. “Nesta posição, ela pode controlar a penetração e o ritmo do sexo”, afirma. No entanto, seja qual for a posição sexual, ao sentir qualquer incômodo, a melhor atitude é interromper o ato e, depois, relatar o ocorrido ao obstetra.

Falta de apetite sexual

Mas não somente as dúvidas sobre a saúde sexual que preocupam as mulheres no período gestacional. Com as transformações no corpo, enjoos, dores nos seios e nas costas, além do “sobe e desce” de emoções por conta das alterações hormonais, muitas grávidas ficam com a libido em baixa. “São muitas mudanças físicas e psicológicas e, às vezes, a mulher tem dificuldade em lidar com o sexo”, diz a sexóloga Carmen Janssen, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana.

A especialista diz que, se a gestante não se sente à vontade para transar, o melhor a fazer é conversar francamente com o parceiro. No entanto, Carmen lembra que, do ponto de vista físico, a mulher costuma até ter uma maior lubrificação vaginal neste período, o que poderia ajudar na penetração. “Também é importante ressaltar que quanto menos a gente se estimula, menos vontade a gente tem de transar. Então, às vezes, é bom tentar, respeitando sempre as limitações, claro”, afirma a sexóloga.

É claro que a perda da libido não acontece com todas as mulheres. Pelo contrário, algumas se sentem tão felizes e exuberantes com a gravidez que têm até mais vontade de transar, segundo afirma o psiquiatra e sexólogo Joaquim Zailton Motta. Para ele, há ainda outras formas de praticar o sexo, não somente com a penetração, e a gestante pode procurar o caminho mais confortável. “O melhor sexo é aquele que implica a participação do corpo inteiro e, não, o que se foca apenas nos genitais. É preciso explorar todo o corpo, fazer massagens, procurar zonas erógenas. Na gravidez, às vezes aparecem até áreas novas de prazer”, diz Motta.

Fonte:https://www.cenariomt.com.br/noticia/343108/10-posicoes-sexuais-confortaveis-para-gestantes.html

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11 dicas para escolher o nome do bebê

11 dicas para escolher o nome do bebê

Getty Images

1. O nome deve ter um significado especial

O ideal é que ele expresse algo que soe positivo para você. Afinal, o nome é sempre o que causará a primeira impressão nas pessoas, além de refletir como os pais enxergam o filho quando se tornar um adulto. Se imagina que o bebê, por exemplo, será um atleta, escolha um nome que esteja relacionado a força física e agilidade.

2. Combine com o sobrenome

Repita a combinação diversas vezes para verificar o ritmo. Se você tem um sobrenome comum, como Silva ou Sousa, pense em um nome um pouco menos usual para fazer a associação perfeita. Uma boa dica é procurar no Google quantos homônimos o seu filho terá. Se a lista for muito grande, melhor pensar em outra opção. É importante também verificar se há redundância — Fernanda Fernandes, por exemplo. Se a cacofonia não lhe agradar, melhor escolher outro nome.

3. Leve a grafia em consideração

Se o nome escolhido tiver uma grafia pouco habitual, caberá a seu filho (coitado!) corrigi-la a todo instante. Por outro lado, se o nome é facilmente encontrado, a grafia diferente poderá torná-lo menos trivial.

4 . Repare como ficam as iniciais juntas

Cheque se as iniciais do nome, principalmente a do primeiro e a do último juntas, não formam nenhuma expressão com significado indesejado. O nome Ricardo Augusto Tavares Orsolin, por exemplo, forma a rubrica RATO. Em muitas empresas, as pessoas são identificadas pelas iniciais, em crachás por exemplo. O nome também fica reduzido em cartões de crédito e assim por diante. Então, esse tipo de detalhe também conta.

5. Decida se quer, ou não, honrar alguma tradição familiar

Será que a família tem a tradição de dar certo nome, herdado de geração para geração? Veja se realmente o significado dele condiz com seu desejo. E lembre-se: essa decisão é dos pais, que não devem se sentir pressionados a seguir o comportamento familiar. Se, no entanto, preferir a diplomacia, uma saída é usar esse nome tradicional como o do meio.

6. Pense nos possíveis apelidos

Você está preparado para ouvir seu filho sendo chamado por um apelido? Beatriz, por exemplo, comumente vira Bia, mesmo que a gente insista no nome original. Então, não dá para fazer nenhuma escolha sem imaginar todos os apelidos que determinado nome poderá render.

7. Repita, repita, repita

Antes de tomar a decisão final, pronuncie o nome centenas de vezes. Um ótimo exercício é usar as mais variadas entonações e sentidos, para ver se a sonoridade agrada pra valer.

8. É legal dar nomes exóticos?

Pense duas vezes antes de dar um nome pouco comum para o seu filho. Pesquisas apontam que crianças com nomes “estranhos” são mais facilmente alvos de brincadeiras de mau gosto nas escolas durante a infância. Mas, se não se importa com isso, vá em frente.

9. Nomes fora de moda costumam voltar

Lembre-se disso. Não se incomode se gostar de um nome que parece em desuso. Ou o contrário: não escolha um nome só porque ninguém mais é chamado assim, na esperança de ser original. Nomes considerados antigos costumam voltar à voga . Joaquim, por exemplo, já foi considerado um nome fora de moda e, agora, retornou com tudo. Isso sempre muda e não pode ser fator determinante.

10. Nomes de celebridades: muito cuidado

Essa é uma boa maneira de homenagear os seus ídolos. No entanto, pense duas vezes antes de fazê-lo, principalmente se a celebridade ainda estiver na ativa. Afinal, ninguém sabe como a Madonna, por exemplo, entrará para a história.

11. As emoções da hora do nascimento importam

A lista está acabando e você já notou quantos fatores precisa levar em consideração na escolha do nome do seu bebê. No entanto, a hora do nascimento é o momento que realmente importa! As sensações e emoções que veem à tona fogem da lógica. Assim, uma boa dica é: esqueça a opinião de amigos, familiares e escolha um nome ou sustente uma decisão anterior baseando-se nos sentimentos desse momento tão especial. Receba seu bebê com todo o amor e carinho. E não perca a oportunidade de olhar para o seu rostinho e ser a primeira pessoa a pronunciar o seu nome.

 

Fonte: https://bebe.abril.com.br/materia/11-dicas-para-escolher-o-nome-do-bebe

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Meu bebê nasceu! E agora?

Quando você voltar com seu bebê para casa, vai iniciar uma desgastante e longa maratona. Horas de sono serão perdidas para trocar, consolar e alimentar seu filho, enquanto seu corpo pede desesperadamente por uma cama. Quando você finalmente conseguir dar uma deitadinha, escutará o choro dele, e aí começará tudo de novo!
É ... Ser mãe é assim mesmo! Às vezes será necessário você se desdobrar em duas, três, ou até mais vezes para que não falte nada ao seu lindo bebezinho.

Nesta matéria, você vai encontrar uma série de informações e esclarecimentos para muitas de suas dúvidas, e também muitas dicas de como cuidar do seu bebê nos primeiros dias de vida.


Uma breve conversa

Quando seu bebê for para casa após nascer, todo o carinho e dedicação que você tiver disponível, passará a ser para ele. Por isso, o papai e seus filhos mais velhos poderão se sentir um pouco abandonados e enciumados. Isto é absolutamente normal e todos deverão compreender esta crise de ciúmes e se habituar com a presença do pequenino. Mas você, apesar de estar super atarefada, nunca deverá deixar de estar presente em todas as ocasiões. No fundo, você terá que aprender a ser mãe de toda a família.

Provavelmente você passará por uma grande fase de ansiedade e de angústia nas primeiras semanas após o parto, o que também é absolutamente normal, principalmente porque de uma hora para outra, será responsável por cuidar daquele ser tão pequenino. É naturalmente compreensível que suas forças, após alguns dias, comecem a faltar. Mas o importante será acudir sempre ao seu filho.

O aleitamento será uma das tarefas mais complicadas. No início, vai parecer que seu bebê não quer mamar, mas depois acabará se tornando algo muito frequente. Você deverá corresponder sempre aos seus pedidos de mamada, até mesmo para evitar que ele chore, e só deverá parar quando o bebê não quiser mais. Infelizmente será necessário controlar o sono por causa das mamadas, que com certeza, serão várias durante a madrugada. Por isso, recomponha-se, fazendo uma sesta nas horas vagas no decorrer do dia. Assim, seu stress, bem como o cansaço, diminuirão, e as energias poderão ser carregadas. Caso seu bebê esteja mamando na mamadeira, o papai poderá lhe ajudar durante a noite para que você possa se recuperar para o próximo dia.



As características do recém-nascido

Não se preocupe se você notar algumas irregularidades ao observar seu bebê logo após o nascimento. Entretanto, se você estiver insegura quanto à aparência dele, converse com seu médico.
Existem muitos fatores que podem lhe parecer anormais, mas que são comuns em vários recém-nascidos.


A pele
A cor da pele do seu bebê poderá apresentar uma tonalidade azulada, acinzentada ou avermelhada, e com despigmentações, e se ele nascer após a 40ª semana, a pele também poderá estar seca e enrugada. Entretanto, tudo isso será passageiro.

A cabeça
A cabeça do seu bebê poderá ter uma forma alongada ou bicuda logo após o parto normal. Isto se dá em razão da maleabilidade do próprio crânio, que se alonga e se molda durante o nascimento. Além de facilitar o parto, esta é uma forma que a natureza encontrou para que o cérebro dos bebês não sejam danificados. Como a pele, esta também será uma situação passageira, pois a cabeça voltará a ficar arredondada de dois a três dias após o nascimento.

A tetinhas
As tetinhas do seu bebê, independente do sexo, poderão apresentar-se inchadas e avermelhadas. Isto é normal e tem a ver com a presença dos hormônios da mãe no sangue do bebê. O mesmo acontece com as áreas genitais. Tudo isso é transitório e desaparece espontaneamente.

Os reflexos e sentidos
O recém-nascido reage a quase todos os estímulos, incluindo o som e a luz. Ao ouvir um som alto, por exemplo, ele chora e estica os braços. Ao tocar com o dedo em sua mão, ele tende a apertá-lo, e o danadinho aparenta querer andar quando é segurado de pé em uma superfície plana.

A estrutura
O recém-nascido apresenta um peso médio 3200g, 50cm de altura e entre 34 e 35cm de perímetro cefálico.

As fezes
O recém-nascido costuma evacuar várias vezes ao dia, inclusive depois das mamadas. As primeiras fezes eliminadas por ele são chamadas de "mecônio", um material viscoso e de cor verde-escuro, que gradativamente vai se tornando amarelado.


Cuidados com o recém-nascido


Os olhos
O inchaço em torno dos olhos e no rosto do seu bebê é normal. Caso os olhos estejam com remelas, limpe-as com um algodão umedecido em água fervida, do canto do olho para fora.
O umbigo
A área do cordão umbilical precisa estar sempre limpa e seca. Sua limpeza deve ser feita uma vez por dia, com uso de sabão neutro durante o banho, até a queda espontânea do coto umbilical, que ocorre por volta do 7º dia após o nascimento.
Após a limpeza, seque o umbigo com uma toalha, e em seguida, passe em toda a região um cotonete umedecido em álcool 70º. NUNCA utilize qualquer tipo de creme, pomada ou curativo, e não cubra o umbigo com faixas, pois ele deve ficar arejado para permanecer bem seco. Procure evitar que a cintura da fralda fique sobre o umbigo. Se você notar alguma anomalia na área do umbigo, como um cheiro intenso, inchaço ou vermelhidão, entre imediatamente em contato com o pediatra, pois uma infecção nesta região é super perigosa.


O banho
O banho do seu bebê deve ser diário e de preferência no período mais quente do dia, entre as 11:00 e 15:00h, num ambiente livre de correntes de ar e próximo ao local de troca. Uma vez definido o horário, este deverá ser mantido como rotina.
Deixe todo o material para o banho previamente preparado (toalhas, roupas, fralda e produtos de higiene). Quanto à temperatura da água, deverá ser de 36ºC, não sendo preciso usar um termômetro para fazer a verificação. Basta você colocar o punho ou o cotovelo na água, que deverá estar morna.
Após despir o seu bebê, limpe muito bem seu bumbum (fora da banheira com algodão umedecido em água morna) e inicie o banho. Utilizando uma esponja bem macia e sabonete neutro (glicerina), lave primeiro o cabelo, jogando a água da frente para trás, depois o rosto e em seguida o tronco, braços, barriga, região genital, pernas e pés. Não se esqueça das dobrinhas e das axilas e não esfregue o sabonete diretamente em sua pele.
Após o banho, seque muito bem o seu bebê, principalmente o umbigo, tomando cuidado para não esfregar a toalha sobre sua pele, e sim apalpando-a.
Corte suas unhas (duas vezes por semana) usando uma tesourinha sem pontas e deixe-as bem arredondadas para que ele não se arranhe.
Cuidado!!! Não introduza cotonetes nos ouvidos do seu bebê e não utilize talco, colônias ou perfumes.


As fraldas
Troque as fraldas do seu bebê sempre que necessário e não economize, pois assim diminui-se os riscos de assaduras. Caso for utilizar fraldas de pano, lave-as sempre com sabão neutro (glicerina ou côco).
Nas meninas, a limpeza do bumbum deve ser feita da frente para trás, para se evitar riscos de infecção vaginal.


As chupetas e mamadeiras
Seria ótimo se seu bebê não usasse a chupeta. Mas se isto não for possível, a solução é escolher o modelo correto.
O tipo do bico da chupeta deve ser ortodôntico, assim como o da mamadeira, e tem que estar de acordo com a idade da criança. Às vezes um bebê não aceita a chupeta porque é muito grande para sua idade. O material da chupeta pode ser em látex ou silicone. Mas o importante, é que o bico seja anatômico, de modo que se encaixe no palato (céu da boca) e tenha apoio para a língua, deixando-a na posição correta de descanso. A aba ou parte externa da chupeta, tem que acompanhar a curvatura do rosto do seu bebê, provocando vedação labial, para impedir que ele crie o mau hábito de respirar pela boca.


As roupinhas
As roupinhas do seu bebê devem ser sempre lavadas com sabão neutro, enxaguadas com bastante água corrente e passadas a ferro quente antes do uso. Nunca utilize goma ou amaciante de roupas quando for lavá-las. Estes produtos poderão irritar a pele dele. Além disso, não use perfumes ou sachês nas roupinhas, pois o bebê seu pode ser alérgico.


As vacinas
Apesar das defesas que o bebê ganha através do aleitamento materno, existem doenças contra as quais ele deve ser imunizado. Esta imunização se dá através de vacinas, que devem ser aplicadas de acordo com o Calendário de Vacinação, desde os primeiros dias de vida.
A vacinação permite o controle e/ou erradicação de doenças graves como por exemplo, a Poliomielite, o Sarampo, a Tuberculose, a Hepatite B, a Rubéola e outras.
O "Cartão de Saúde da Criança" é o primeiro documento do bebê e agrega em um único instrumento, além do registro de todas as vacinas, uma série de informações, tais como: os dados de identificação do seu bebê, anotações sobre o parto e condições de nascimento, um gráfico para acompanhamento da evolução do peso/idade, doenças mais importantes, dados da imunização e etc.


O Teste do pezinho
O chamado "Teste do pezinho", isto é, a extração de algumas gotinhas de sangue do calcanhar do recém-nascido, serve para testar o funcionamento genético do seu metabolismo, e tem como objetivo detectar precocemente algumas doenças, tornando possível o tratamento imediato, até mesmo antes que elas se manifestem. Quando você sair da maternidade, receberá, além de outras informações, a requisição para realizar o teste, que deve ser feito quando o seu bebê estiver com 2 a 7 dias de vida.


A hora da naninha
Os bebês costumam dormir cerca de 21 horas por dia, sendo o sono super importante para o seu desenvolvimento regular e saudável. Quando você puser seu bebê para dormir, deixe-o sempre de costas ou de lado e nunca coloque-o de barriga para baixo, por causa daquilo que se chama "Síndrome de Morte Súbita". Ela ocorre com mais frequência entre os 2 e os 6 meses.
Antes de deitá-lo, não esqueça de fazê-lo arrotar, caso o tenha amamentado, e alise muito bem os lençóis do berço para que dobras não machuquem sua pele.
As visitas ao pediatra
Quando seu bebê estiver com aproximadamente 7 dias de vida, é importante fazer a primeira visita a um pediatra.
Nesta consulta será realizado um exame geral, onde o peso e a estatura dele serão conferidos. Além disso, é nesta oportunidade que você deverá esclarecer as dúvidas.
As próximas consultas deverão ser mensais, para que haja um acompanhamento periódico quanto ao crescimento e desenvolvimento do seu bebê. Se surgir alguma dúvida ou se seu bebê não estiver bem, entre imediatamente em contato com o pediatra.



O choro do bebê

O choro do bebê é uma das coisas que mais causam confusão às mães. No começo, a mãe não consegue compreender porque ele tanto chora, o que só será possível após algum tempo. Mas com certeza, sempre há uma razão para tal manifestação.
É através do choro que o seu bebê se comunica com você, e geralmente ele chora porque está com fome, com calor ou frio, cansado da posição em que se encontra, com a fralda suja, necessitando de colinho, carinho e atenção ou até mesmo porque não está se sentindo bem.
O importante é aprender a identificar o choro dele e responder de imediato às suas exigências, mas sempre evitando correr a cada vez que ele chora, pois ele pode se acostumar e usar o choro como uma estratégia para nunca ficar sozinho.
Se mesmo dando toda a atenção e cuidados ao seu bebê, ele continuar chorando convulsivamente, convém levá-lo ao pediatra para que se possa avaliar o porque do choro.



As cólicas do bebê

Seu bebê está chorando incessantemente, enquanto dobra as perninhas em direção à barriga e não consegue dormir de forma alguma?
Geralmente estes sintomas indicam que ele está sentindo a chamada "cólica dos três meses" e vai demonstrar seu sofrimento chorando durante horas.
A cólica afeta a maioria dos bebês e pode durar até o terceiro mês, desaparecendo de repente sem qualquer tipo de tratamento. Ainda não se sabe, com certeza, o que as provoca, mas alguns pediatras dizem que elas são causadas pela dificuldade que os bebês têm para se adaptar ao leite materno, enquanto outros dizem que são provocadas pelo excesso de ar no estômago ou até mesmo, pela ansiedade transmitida pelos pais.
Infelizmente não existe tratamento para este tipo de problema, mas medicamentos para aliviar as cólicas podem ser utilizados, desde que prescritos pelo médico. É importante ressaltar que, quando as cólicas surgem, o pediatra deve ser consultado, principalmente se um outro sintoma como falta de apetite, febre ou perda de peso, aparecer junto, pois isto pode significar a presença de alguma doença.

Aqui vai uma dica que pode ajudar bastante, mas consulte o pediatra mesmo antes de fazer os exercícios abaixo:

Quando seu bebê estiver apresentando as cólicas, coloque-o deitado de costas sobre a cama, ou seja, virado com a barriguinha para cima e, com movimentos de vai-e-vem, segure nos pezinhos, leve seus joelhos até a barriguinha e volte a esticar as perninhas. Depois, com ele na mesma posição, faça movimentos como se ele estivesse pedalando numa bicicleta, ou seja, estique uma perninha, enquanto leva o joelho da outra até a barriguinha, em movimentos circulares. Faça estes dois exercícios alternadamente durante alguns minutos cada.




A febre do bebê

Quando você, num simples toque, perceber que seu bebê está febril, deve imediatamente medir sua temperatura com o auxílio de um termômetro. A medição deve ser feita na axila ou na virilha e nunca na boca, porque o termômetro pode se romper, o que é muito perigoso para o bebê. Quando medida na axila, a temperatura considerada normal é até 36,5ºC e na virilha, até 37,5ºC. A elevação da temperatura é a indicação de que alguma coisa não está bem e se torna perigosa quando ultrapassa os 42ºC. Portanto, se seu bebê apresentar alteração na temperatura, por um grau que seja, não deixe de levá-lo o quanto antes ao pediatra.



Fica aqui um lembrete: Nunca dê remédios ao seu bebê sem o consentimento do pediatra, mesmo que pareça inofensivo.

 

Fonte: https://www.planetabebe.com.br/cuidados_recemnascido3.php

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Cuidados a ter com a mãe após o parto

mãe e bebê recém nascidoO período que se segue ao nascimento do bebê é chamado de puerpério ou pós parto. É considerado puerpério até às 8 semanas após o nascimento e geralmente termina com o aparecimento da primeira menstruação. Nas mães que amamentam os seus filhos, o aparecimento da primeira menstruação, após o parto, ultrapassa geralmente as 8 semanas.

Na fase do puerpério dão-se, mais uma vez, grandes mudanças na mulher, quer a nível físico que a nível psicológico. Por isso, os cuidados a ter neste período, nomeadamente de higiene, de alimentação, de descanso e acompanhamento médico, são essenciais para a sua saudável e rápida recuperação.

enfermeira e parturienteMais ou menos 6 horas após um parto normal, uma enfermeira ajuda a recente mãe a levantar-se. Se esta não sentir dor de cabeça nem tonturas, poderá andar um pouco ou ir à casa de banho. Não deverá abusar, pois é normal que após o parto, a mulher se sinta enfraquecida e tenha quebras de pressão, causando tonturas ou até desmaios. Se se tratar de uma cesárea (cesariana), a mãe deverá descansar um pouco mais, sendo recomendado levantar-se só 12 horas após o parto e com a ajuda de uma enfermeira. Pode ainda ser-lhe colocado um saco de gelo na zona da costura, durante as primeiras 24 horas após o parto, de modo a reduzir mais rapidamente o inchaço e facilitar a cicatrização.Higiene após parto

Quando conseguir estar de pé em segurança, a mãe poderá tomar banho completo, incluindo lavar o seu cabelo. É importante fazer a sua higiene diária (banho), com especial cuidado em relação a zona genital, de modo a mantê-la sempre limpa. Nos primeiros dias após o parto, é normal ter perdas de sangue, que irão diminuir com o passar dos dias. Use pensos higiénicos bastante absorventes e mude-os, no mínimo, de 4 em 4 horas. Só convém usar tampões após a cicatrização da região genital (2 a 3 semanas após o parto).

Se tudo estiver a correr dentro da normalidade, a alta hospitalar é dada dois dias após o parto, tratando-se de um parto normal, ou três dias depois, se tiver sido uma cesárea. Antes de sair do hospital, a mãe deverá esclarecer todas as suas dúvidas com o pessoal médico. Deverá informar-se como proceder para registrar o seu bebê (em muitos hospitais já é possível fazê-lo) e quando deverá efetuar o teste do pezinho. Não esqueça de perguntar quanto à data da consulta de revisão de parto, de planeamento familiar (prevenir nova gravidez, dúvidas sobre a atividade sexual, etc.) e de pediatria.

mãe e bebê a dormirAproveite todos os momentos em que o bebê dorme para descansar, quer no hospital quer em casa, pois terá que ter energia suficiente para fazer todas as tarefas inerentes ao bebê (dar de mamar, mudar a fralda, dar banho, vesti-lo, etc.), além de ter de conciliar tudo isso com a sua vida no dia a dia. No início poderá parecer-lhe uma missão impossível, mas não desanime pois com o tempo, irá adaptar-se à rotina do seu bebê e conseguirá conciliá-la com as restantes tarefas sem problemas.

depressão pós parto

Devido a toda esta mudança é normal que a recente mãe se sinta insegura, cansada, com medo e emocionalmente mais sensível. É muito importante que nesta fase, a mãe receba todo o apoio e carinho do seu companheiro, e também de outros membros da família.

É preciso ter em atenção que se a sensação de tristeza, choro frequente e incapacidade de lidar com as coisas persistirem após as primeiras semanas depois do parto, impedindo a mãe de retornar ao seu dia a dia com normalidade, poderá ser indicativo de depressão pós parto. Nesse caso deverá consultar, sem demora, o médico que a acompanha.

 

Fonte: https://bebeatual.com/gravidez-mae-cuidados-pos-parto_79

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As 10 maiores surpresas da vida pós-bebê


Por mais que você se prepare, não tem jeito: a vida como pai e mãe é sempre surpreendente.

Seu filho vai te desafiar, vai te fazer chorar -- de tristeza e de tanto rir --, e vai fazer você esquecer de tudo aquilo que precisava tanto fazer. A vida que você tinha antes vai simplesmente desaparecer. E aí ele vai fazer surgir uma vida nova, muito mais complicada -- mas muito mais bonita.

É claro que para cada um a grande surpresa vai ser diferente. Mas o BabyCenter fez uma enquete com mães e pais e abaixo você vai ler os resultados.

 

1. O relacionamento do casal muda

Vocês eram inseparáveis, faziam tudo juntos, estavam sempre namorando? Pois agora mal se falam se não for sobre o filho, vivem discutindo, e a preocupação tomou conta da vida de vocês.

Mesmo que seu filho tenha sido planejado com todo o amor do mundo, a relação de vocês fica afetada com a chegada dele. Segundo o psicólogo Sam Jinich, para 66 por cento dos casais estáveis, o índice de satisfação com o relacionamento cai no primeiro ano com o bebê.

"Os conflitos aumentam drasticamente, a intimidade emocional e física despenca. É frequente que os dois se sintam ignorados, desprezados, solitários, incompreendidos", diz o psicólogo.

Os novos desafios também podem reforçar problemas do relacionamento que estavam guardados lá no fundo.

A boa notícia é que aquele amor tão legal entre vocês pode sim voltar. Um dos principais pontos é se comunicar -- dizer o que está sentindo, em vez de engolir a tristeza.

O trabalho braçal com a criança também vai diminuindo com o tempo, e vocês terão um pouco mais de espaço para planejar programas ou simplesmente ficar juntos, mesmo que seja em casa mesmo.

E, quando vocês se acostumarem com essa história de ser pai e mãe, pode ser que se amem mais ainda. Numa pesquisa feita pelo BabyCenter internacional com mais de 42 mil mães, 73 por cento consideraram seus parceiros ótimos pais. Esse tipo de admiração pode até reforçar a relação do casal.

2. Cadê o tempo? Sumiu!

Uma chuveirada tranquila, ouvindo música, com direito a sessão de cuidados com a pele, virou um luxo. Quem tem tempo para isso? Você se arruma, organiza tudo para chegar ao pediatra na hora certa, mas quando vê já passaram mais de 15 minutos da hora da consulta e você ainda está longe.

Os meses de licença-maternidade passam e não sobra tempo para nada! E você tinha grandes ambições de organizar aquelas fotos ou fazer um monte de visitas e passeios.

No começo, lidar com as mamadas, sonecas, cólicas e fraldas ocupa todo o tempo livre. Depois, o caos diminui um pouco. Para conseguir fazer tudo, muitos recorrem a rotinas estruturadas (mesmo aqueles que não gostavam de ter hora para nada...).

3. Você muda de cara -- e de corpo (tanto a mãe quanto o pai!)

As mudanças físicas que vêm com o bebê pegam muita gente de surpresa. E não estamos falando só das mães.

É verdade que a mulher pega o grosso das mudanças. O corpo fica diferente: quadris mais largos, barriga nada lisinha, pés maiores, seios inchados (ou desinchados demais!).

Mas os pais também mudam -- por causa do ganho de peso "solidário" durante a gravidez e pela diminuição na atividade física depois que o bebê nasce.

Nem todas as mudanças são para sempre: o olhar cansado vai melhorar, o cabelo vai parar de cair e a barriga vai ficar cada vez menor. E nem todas são ruins: às vezes umas curvinhas aqui e ali são benvindas.

4. Você entra para um clube superexclusivo

De uma hora para outra estranhos sorriem para você, e mulheres puxam o papo na fila do supermercado. O chefe pergunta como anda a busca pela escolinha, e você começa a conversar com os vizinhos do prédio. O bebê equivale a uma carteirinha de sócio para um clube superexclusivo, mas universal: o clube dos pais e das mães.

É uma nova oportunidade de fazer amigos. E, agora que o mundo gira em torno de uma criaturinha que nem fala, é uma grande chance de manter uma conversa com adultos, embora o tema seja quase sempre a criança.

Outro sinal de que você entrou para o clube é quando passa a se apresentar como a "mãe do Felipe" ou o "pai da Sofia". Da primeira vez que você pronuncia as palavras, dá até um arrepio.

5. Você é mais forte do que imaginava

Uma leitora conta: "É incrível ver do que sou capaz. Nunca imaginei que conseguiria me virar, correndo atrás de gêmeas, tendo dormido três horas à noite e comido só uma barra de cereal."

Às vezes é a hora do parto que é surpreendente, ou algum momento de dificuldade. Mas de repente você se vê aguentando as pontas, mesmo que fraqueje de vez em quando.

6. Você morde a língua e comete os "erros" que criticava

"Sempre jurei que nunca ia deixar meus filhos dormirem na minha cama", conta uma leitora. "Mas aí meu bebê nasceu. Ele dormiu na minha cama até ter 10 meses, porque era o único jeito de eu conseguir descansar um pouco."

A gente até pode ter convicções sobre como criar uma criança. Só que aí chega a nossa, e a gente percebe que ela é uma pessoinha cheia de vontades e personalidade, que nem sempre se encaixam nas nossas "certezas". Não sofra por mudar de opinião.

Aquilo que era um "erro" de repente vira a única coisa que funciona para a família, e você percebe que não há muito de certo ou errado nessa história de ter filhos.

Mas existem também os erros de verdade, e desses ninguém escapa, igualmente. A criança se machuca sob sua supervisão, ou você dá comida muito quente e ela queima a língua, tira um "bife" na hora de cortar a unha do bebê... Quando essas coisas acontecerem, respire fundo, agradeça por não ter sido pior e se perdoe. Todo mundo erra, até os mais devotados pais e mães.

7. Sua relação com os amigos muda

O afastamento em relação aos amigos que não têm filhos é inevitável, mas pode pegar você de surpresa. É difícil para uma pessoa solteira ficar ouvindo papos sobre o cocô do bebê ou se ele está mamando direito, e você não vai ter como escapar dessa conversa, afinal seu universo gira em torno disso.

Amizades fortes e verdadeiras sobrevivem, depois do afastamento inicial. É preciso ter paciência. Às vezes elas voltam quando as crianças são maiorzinhas e você tem mais tempo. Às vezes os amigos é que entram nesse mundo e voltam a querer se encontrar.

E você tem um papel nisso. Depois dos primeiros meses, encontre 15 minutos do seu dia para ligar para uma amiga, ou escrever um email. Os contatos ao vivo ficarão mais escassos, não tem jeito, mas pelo menos deixe claro que você não esqueceu pessoas tão queridas. Além disso, você pode até pedir para os amigos avisarem se você estiver "exagerando" na dose do papo sobre filhos!

8. Tem horas em que você simplesmente quer fugir

Ter um filho não significa viver num eterno comercial de margarina. Há um monte de tarefas chatas para fazer, mais as noites em claro, uma atrás da outra, e a frustração de não saber nem por que afinal das contas ele chora tanto.

Não há nada de errado para uma mãe se sentir um pouco aliviada com a volta ao trabalho, onde se sente muito mais eficiente que em casa com um bebezinho (que envolve um trabalho sem fim).

Pode ser que ninguém consiga irritar você tanto quanto um filho. A criança conhece tão bem os pais que sabe exatamente o que pega para cada um. Numa enquete feita pelo BabyCenter internacional, 79 por cento das mães afirmaram achar, às vezes, que não foram feitas para ser mães. E 49 por cento disseram que, vez ou outra, ficam com raiva do filho.

Mais um pequeno brinde: você provavelmente vai ficar mais doente. Vai pegar as gripes e resfriados do bebê, e até aquele temido vírus que causa vômito e diarreia, e vai precisar continuar no papel de mãe e pai mesmo se sentindo supermal.

A mãe perfeita seria aquela que amasse cada momento com os filhos, mesmo depois de a criança ter jogado o prato inteiro de comida no chão de propósito, pela terceira vez na mesma refeição. O pai perfeito estaria sempre sorridente, mesmo depois de te levado um chute na canela porque o filhinho não queria tomar banho. Só que a maioria de nós, mortais, não é perfeita. Então conte até dez, se afaste se for preciso, deixe o nervoso passar e siga em frente, sabendo que todo mundo sente vontade de fugir de vez em quando.

9. Você sente o maior amor do mundo

Todas as emoções adquirem um novo nível de profundidade. Tudo fica mais intenso. Assistir ao jornal que mostra problemas com crianças vira uma tortura. Ver o bebê dormir já traz lágrimas aos olhos. A saudade toma uma dimensão estranha: algumas horas longe do seu filho parecem uma semana!

Numa enquete do BabyCenter internacional, 79 por cento das mães afirmaram que choram mais desde que o filho nasceu, seja de tristeza ou de felicidade.

10. Você tem de se afastar da criança muito antes do que imagina

A cada nova conquista do seu filho, ele caminha para longe de você, na direção da independência.

Talvez você se dê conta disso quando vir o bebê engatinhando para o outro lado da sala, sem olhar para trás, ou seu filho com os passinhos recém-aprendidos disparando na direção do pipoqueiro, ou a criança maior que já não quer mais tantos abraços, ou que diz "Deixa que eu faço!". Junto com o orgulho e a realização de ver seu filho crescendo, vem uma pontinha de melancolia.

É uma tentação mantê-los sempre por perto, mas os filhos precisam caminhar com as próprias pernas, e você pode ajudar o seu a ser independente desde cedo.

E antes que imagina você vai começar a repetir aquilo que sempre ouve de pessoas mais velhas, no elevador, na rua: "Aproveita agora, porque o tempo passa voando..."


 
Fonte: https://brasil.babycenter.com/a4300010/as-10-maiores-surpresas-da-vida-p%C3%B3s-beb%C3%AA

 

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Papai também deve participar da gestação

Renata De Grande

O envolvimento dos pais na gestação de suas mulheres tem aumentado cada vez mais. E não é só na atenção que os homens têm dispensado às futuras mamães. Estudos comprovaram que os pais estão dividindo até mesmo os sintomas da gestante. Isso mesmo, eles se deixam envolver tanto a ponto de sentirem enjôos, vontades, desconfortos e até ganho de peso.

Recentes pesquisas apontam que 54% dos futuros pais desenvolvem sintomas relacionados à gravidez. É a chamada Síndrome de Couvade. O ginecologista obstetra e diretor da Pro Matre Paulista, em São Paulo, Alberto D’Auria esclarece: “A Síndrome de Couvade, não é uma doença e sim um conjunto de sintomas que podem aparecer nos homens durante a gestação. O pai se exprime psicologicamente ao assumir a gravidez e apresenta sensações semelhantes aos da companheira grávida. Para que isso não traga nenhum desconforto ao casal, é preciso estar atento a esses sinais e, cada vez mais, orientar os futuros pais e mães”, diz.

Uma pesquisa na Grã-Bretanha reforça que os homens sofrem aumento de peso e podem ganhar cerca de cinco centímetros na região da cintura. Isso porque eles passam a acompanhar o desejo das gestantes por alimentos calóricos e engordam. De um numeroso grupo estudado (1.250), centenas de homens saíram do peso regular. “A ansiedade, unida a uma forte ligação afetiva e emocional com a mulher, acaba transferindo para o marido uma série de sensações que costumam se manifestar somente na figura feminina”, explica D’Auria. 

Apesar de parecer inusitada, a Síndrome do Couvade não costuma causar distúrbios psíquicos e é normal. É aconselhável procurar um especialista somente quando a situação fugir do controle e incomodar o casal e as pessoas ao redor. A situação tende a se normalizar gradualmente.

Os futuros papais podem e devem participar de todo o processo da gestação da mulher. É importante sua participação na escolha da maternidade, acompanhamento em consultas e exames, valorizar a sexualidade do casal, participar de cursos de gestantes, enfim, apoiar a mulher de todas as formas neste momento marcante na vida da família. "No pós-parto, o papai pode ajudar em atividades como o banho do bebê, a troca da fralda, levar o bebê às consultas no pediatra e ajudar a dar muita atenção para a nova mãe. Dicas simples como estas, fazem toda diferença num período desgastante para a mãe”, finaliza o ginecologista e obstetra Alberto D’Auria.

 

Fonte:https://www.atmosferafeminina.com.br/Familia/Gestantes/Em_debate/Papai_tambem_deve_participar_da_gestacao

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Gravidez x libido

Da Redação

Todas nós sabemos que a gravidez é um momento único na vida de uma mulher. E, mesmo quem já passou por isso mais de uma vez, vive cada gestação de forma diferente. Mas, nesse período, muitas coisas mudam na vida, no corpo e na mente. Inclusive o desejo. Durante os nove meses, o sexo muitas vezes fica para trás, por diversos motivos: medo de machucar o bebê, de provocar um aborto, ou simplesmente receio de que o parceiro possa enxergar a mulher como uma figura materna intocável, não mais como amante. Se isso está acontecendo com você, calma, nem tudo está perdido. O ginecologista Francisco Furtado Filho, do Hospital Vita Batel, em Curitiba, dá dicas de como lidar com essa delicada – e, sim! – passageira situação.

As etapas

No início, os enjoos constantes, a vontade de urinar, o cansaço e a sonolência podem afetar a libido feminina, afinal, é difícil pensar em sexo com tudo isso acontecendo. A partir do segundo trimestre, esses sintomas passam e então muitas mulheres sentem o desejo aumentar. É a hora de você fazer seu parceiro aproveitar o momento. Além disso, nesse período, geralmente a mulher se sente mais segura com relação ao bebê. No último trimestre, o barrigão já começa a incomodar, e a ansiedade pela proximidade do parto também pode atrapalhar. A vagina fica mais seca, e é recomendável usar lubrificantes.

Você e ele

Algumas coisas podem mudar entre vocês. A gestante, em geral, fica com as emoções à flor da pele, e toda essa carga emocional também pode atrapalhar seu desejo. “Do ponto de vista emocional, ela pode não se sentir atraente ou feminina, e isso diminuiu sua autoestima. Pode ser conflitante estar num momento considerado divino culturalmente e, ao mesmo tempo, não estar gostando de si mesma”, diz Francisco.  Mas não é só você que sofre com isso: “Os homens não têm alterações orgânicas, mas podem ser afetados por questões emocionais, tais como a ansiedade em relação ao parto, à responsabilidade de ser pai, etc.”, continua o ginecologista. E existem também outras circunstâncias que podem influir no bem-estar sexual do casal, como o planejamento da gravidez, a qualidade do relacionamento entre o casal e alguns mitos, como a crença e o medo de machucar o bebê durante o ato sexual ou de provocar um aborto. 

Não se descuide – e converse

“A sexualidade da mulher na gravidez dependerá, entre outros motivos, de como ela se percebe, se avalia e se valoriza nessa fase. Enfim, dependerá grandemente de sua autoestima”, diz Francisco. Cuidar-se, tentar não ganhar tanto peso, cuidar da pele, dos cabelos, colocar uma roupa transada são alguns cuidados que ajudam a manter o sex appeal em alta. É muito importante sentir-se amada e atraente. O remédio pra isso? Muito diálogo! 

Posições 

E, mesmo que o barrigão atrapalhe um pouco, com alguns cuidados é possível alcançar o prazer. “Para que o ato sexual se torne prazeroso, é necessário encontrar o modo e a posição mais cômoda e agradável, mas cabe à mulher procurar essa posição, pois é ela que está com o corpo modificado”, orienta o médico. O ideal são aquelas posições que não atingem a barriga. “Muitas vezes, o tamanho avantajado da barriga na gravidez avançada torna mais difícil ainda esta ou aquela posição, fator que poderá influenciar no desempenho do homem”, diz Francisco.

Quando não fazer

Existem alguns casos em que a relação sexual é contraindicada: “durante o sangramento vaginal prévio, trabalho de parto prematuro, pós-parto imediato e antes de 40 dias pós-parto, presença de infecção urinária e/ou vaginal em tratamento, dentre outras menos frequentes”, alerta o especialista.
 
Fonte:https://www.atmosferafeminina.com.br/Familia/Gestantes/Em_debate/Gravidez_x_libido

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30 dúvidas sobre o que é permitido fazer ou não na gravidez

 

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Getty Images

Reunimos as principais perguntas que martelam na cabeça de quase toda gestante e fomos atrás das respostas. Aqui, você confere o que pode e o que não pode na gravidez

1. Posso fazer tratamento para varizes?

Cirurgias para dar cabo das veias saltadas não são indicadas nessa fase. De acordo com o médico Ivanésio Merlo, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ), as varizes decorrentes da primeira gestação normalmente desaparecem após o parto. Mas as da segunda gravidez tendem a permanecer. O mais recomendado para gestantes com esse tipo de problema é o método clássico: deixar as pernas levantadas por alguns minutos, usar meias elásticas de compressão (apenas no frio), evitar ficar muito tempo parada em pé ou sentada e fazer caminhadas regulares. Essas medidas ajudam a aliviar os sintomas.

2. Posso pintar as unhas?

A gestante pode tanto pintar as unhas (dos pés e das mãos) como também remover a cutícula. O único cuidado é em relação à higiene dos acessórios de manicure. O ideal é que você tenha seu próprio kit de tesoura e alicate para fornecê-lo à profissional. Isso evita possíveis contaminações. Ou, então, escolha um estabelecimento que tenha rígidos procedimentos de esterilização do material, incluindo o uso de autoclave.

3. Posso me depilar com cera quente?

Segundo a dermatologista Daniela Graff, de São Paulo, você pode se depilar com lâmina e com cera. A chamada depilação definitiva, que se vale do laser, não é recomendada. “Como não são feitos testes em grávidas, por precaução não a utilizamos em gestantes”, esclarece Daniela.

4. Posso tingir o cabelo?

Somente a partir do quarto mês de gestação. “As tinturas, mesmo aquelas sem amônia na composição, e a hena não devem ser usadas no primeiro trimestre da gravidez”, assinala Daniela Graff. “O motivo é que não se sabe se elas podem ser absorvidas pelo couro cabeludo da mãe, e o início da gestação é uma fase crítica de formação do feto”, explica a médica. Vale saber: escova progressiva, alisamentos e permanentes nos cabelos estão proibidos ao longo de todo o período.

5. E descolorir os pelos do corpo?

Evite clareá-los enquanto estiver grávida. Não há garantias de que as substâncias químicas usadas no processo não penetrem na pele e, assim, ofereçam riscos ao bebê. Além disso, todo o organismo está mais sensível e propenso a irritações cutâneas e alergias.

6. Pode andar de moto? E a cavalo?

Não há nenhuma contraindicação formal para o transporte em motocicleta. “Mas a gestante deve lembrar que os acidentes com esse veículo são relativamente comuns e uma queda, ainda que em baixa velocidade, pode colocar a vida do bebê em risco”, diz Cláudia Magalhães, obstetra e professora da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp). Por razões semelhantes, andar a cavalo não é uma boa ideia. “Na gravidez, há o aumento do peso corporal e a mudança do seu eixo. Além disso, as juntas e articulações ficam mais moles e suscetíveis a entorses”, esclarece Marcos Tadeu Garcia, obstetra do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Portanto, qualquer queda pode provocar uma situação grave para a grávida e o bebê, como o deslocamento da placenta e outros traumas.

7. E andar de bicicleta?

Pedalar a bike é permitido desde que a gestante tenha o aval do médico e esteja habituada ao exercício. É importante beber bastante água e usar os equipamentos de proteção, como capacete e joelheira. Por segurança, não custa também procurar um local com pouco ou nenhum trânsito de automóveis. E nada de acelerar no pedal.

8. Posso tomar laxante?

Inicialmente, o ideal é incrementar a dieta com alimentos ricos em fibras para melhorar o trânsito intestinal. As frutas e os cereais integrais são as melhores fontes. Se ainda assim o intestino continuar preso, o obstetra poderá indicar algum laxante formador de bolo fecal. É imprescindível que um médico prescreva o medicamento, pois alguns tipos de laxativos são contraindicados para as gestantes.

9. Posso continuar dirigindo meu carro?

Existem inúmeras controvérsias sobre o assunto. Há médicos que autorizam suas pacientes a dirigir até o sétimo, oitavo mês. Outros não veem impedimento até o fim da gravidez. E há ainda os que sugerem o abandono da direção desde o início. Esses últimos alegam que os reflexos e a concentração da grávida se encontram reduzidos e, além disso, na hipótese de uma colisão, o volante pode provocar um grande trauma na barriga. Vale conversar com o seu obstetra e ouvir o ponto de vista dele. Procure levar em conta também seu estado físico e emocional a cada estágio da gravidez.

10. Momentos de tristeza podem influenciar o desenvolvimento do meu bebê?

Não está provado que a tristeza da mãe possa afetar diretamente a saúde do feto, mas há um porém. “Uma pessoa muito triste, depressiva, não se alimenta nem dorme corretamente, não segue as orientações médicas e isso, sim, pode ser prejudicial”, pondera Eduardo de Souza, professor do Departamento de Obstetrícia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Momentos de tristeza fazem parte da vida de todas as pessoas e não devem ser motivo de preocupação. Mas, como a depressão durante a gravidez não é rara, é bom procurar ajuda psicológica se perceber que a melancolia está se tornando persistente.

11. Posso tomar banho de banheira? Há risco de isso provocar algum problema?

Desde que a temperatura da água não ultrapasse os 38 °C – ou seja, ela deve ficar apenas morninha. Banhos de imersão muito quentes não são recomendáveis. Nos primeiros três meses de gestação, a hipertermia (excesso de calor) pode causar malformações no feto. “A partir do segundo trimestre, é normal que a pressão arterial da gestante caia. O ambiente muito quente contribui para uma queda ainda mais acentuada, podendo ocasionar desmaio e diminuição do fluxo de sangue para o bebê”, avisa o obstetra Marcos Tadeu Garcia. Uma dica é manter a porta do banheiro entreaberta para impedir o acúmulo de vapor quente no local.

12. Posso tomar banho de sauna?

Devido à alta temperatura nesse ambiente, fazer sauna é desaconselhado pela maioria dos médicos para prevenir problemas como queda de pressão, desmaio e enjoo.

13. Posso fazer carinho no meu bicho de estimação?

Sim, mas é preciso tomar alguns cuidados, principalmente em relação aos gatos. Alguns bichanos, geralmente os que têm contato com as ruas, podem estar infectados com um parasita, eliminado pelas fezes, que transmite a toxoplasmose, uma doença capaz de causar malformações no feto. É comum o médico pedir no pré-natal um teste para identificar se a gestante está ou não imune à toxoplasmose. Quem não está precisa redobrar a atenção. Segundo o obstetra Eduardo de Souza, é importante lavar as mãos sempre depois de acariciar os animais e também evitar mexer na terra de vasos e quintal – o solo pode estar contaminado pelas fezes. Mais uma recomendação: se tiver um gato, delegue a outra pessoa a limpeza de sua caixa de areia.

14. Posso fazer drenagem linfática?

Depende. A drenagem linfática é realmente eficaz para reduzir o inchaço, mas em gestantes só deve ser feita por um fisioterapeuta com certificado aprovado por uma sociedade médica. “Mas há sempre o risco de lesão vascular ou desprendimento de trombos, acarretando problemas muito maiores”, alerta Eduardo de Souza. Por isso, é importante, antes de qualquer coisa, conversar com o seu obstetra e, eventualmente, consultar um angiologista.

15. Posso beber uma taça de champanhe ou vinho de vez em quando?

“Uma taça de champanhe ou vinho, ocasionalmente, num jantar ou numa festa, não trará problemas desde que a gestante não tenha contraindicação em relação ao consumo de álcool”, acredita o obstetra Marcos Tadeu Garcia.

16. Posso comer pratos apimentados ou com condimentos fortes?

Desde que eles não provoquem azia ou outro desconforto gástrico, não há problema algum.

17. Posso continuar tomando café?

A cafeína piora os sintomas de queimação no estômago, algo comum entre várias gestantes, além de ser muito estimulante. O mais indicado é tomar café com bastante moderação, uma ou duas xícaras pequenas por dia.

18. Posso passar bucha vegetal nos mamilos para prepará-los para a amamentação?

Até pouco tempo atrás, muitos médicos indicavam o uso da bucha vegetal duas ou três vezes por semana para deixar os mamilos mais resistentes. Ultimamente, os pediatras têm recomendado outro método: expor os mamilos ao sol durante dez minutos todos os dias. Pergunte ao seu médico o que ele acha mais eficaz. Caso a orientação seja pela exposição aos raios solares, uma dica é encontrar uma fresta em alguma janela de sua casa onde você possa fazer isso com privacidade.

19. Posso tomar banhos de sol? Devo adotar alguma precaução?

Não existem problemas em tomar banhos de sol desde que você siga as seguintes recomendações: expor-se apenas antes das 10 horas ou após as 16 horas e sempre usar um protetor solar UVA/UVB com FPS superior a 30. “As gestantes têm um risco maior de ficar com manchas tanto na face como na barriga”, diz a dermatologista Daniela Graff.

20. Posso tomar banho de mar?

“Se a gravidez não é de risco, não há a dilatação antes da hora nem o risco de prematuridade”, afirma Eduardo de Souza. Ele avisa que são necessários alguns cuidados básicos para entrar no mar, como deixar a água chegar, no máximo, até a altura da coxa e evitar ondas fortes de frente.

21. Posso passar qualquer hidratante no corpo ou precisa ser um tipo específico para gestantes?

Alguns ativos de hidratantes comuns são proibidos na gravidez, como ureia em concentrações altas. Por essa razão, o melhor é optar por produtos exclusivos para gestantes. Mas saiba que mesmo eles podem causar alguma irritação.

22. Posso usar óleo de amêndoas à vontade?

Esse tipo de óleo, recomendado para prevenir o surgimento de estrias durante a gestação, pode ser usado sem restrições. Ele, no entanto, só a melhora a hidratação da pele, o que nem sempre é suficiente para impedir o aparecimento dessas marcas na pele, que geralmente vêm à tona devido ao aumento de peso característico da gravidez e às alterações hormonais típicas do período.

23. Posso viajar?

Até o sétimo mês, as viagens podem ser realizadas com algumas precauções. “No carro, deve-se parar de hora em hora para esticar as pernas e se alimentar”, diz o obstetra Eduardo de Souza. Trechos feitos de avião demandam cuidados como caminhar pelo corredor da aeronave sempre que possível e ingerir bastante líquido para evitar a desidratação. No oitavo mês, é necessário atestado médico para embarcar. E, no nono, a maioria dos médicos proíbe viagens de qualquer natureza, mesmo de carro.

24. Posso fazer musculação?

Com uma supervisão adequada, sim. No entanto, as cargas devem ser menores e sem exageros porque o risco de lesão na coluna é maior.

25. Posso visitar um amigo doente?

Se problema for contagioso ou ele estiver internado, não. Hospitais são focos de doenças e o melhor é se poupar de entrar num ambiente assim. Caso não haja um diagnóstico fechado, o mais prudente é telefonar ou mandar um e-mail de solidariedade ao amigo.

26. Posso subir escada?

Sim, mas você deve ficar atenta para não ficar ofegante na subida e, na descida, não se desequilibrar. Para isso, tome o cuidado de subir um andar apenas por vez e descer utilizando o corrimão.

27. Posso usar sapato de salto?

Caso não haja desconforto, é possível usar salto de até 3 centímetros. Mais do que isso, aumenta a possibilidade de quedas devido à mudança de eixo no equilíbrio do corpo. “No final da gestação, é recomendada a utilização de sapatos baixos, principalmente devido às dores nas costas. Isso porque o salto alto intensifica ainda mais a lordose característica da gravidez”, aconselha a obstetra Cláudia Magalhães.

28. Posso carregar sacolas de compras?

Sim, não apenas sacolas de compras, como seu filho mais velho (se ele ainda for pequeno, claro) e qualquer coisa de que você precise, desde, é claro, que não seja algo com quilos e mais quilos. Antigamente, acreditava-se que grávidas deveriam ser poupadas de carregar peso, mas essa restrição só existe para gestantes com complicações de saúde. O limite deve ser estipulado pela sua condição pessoal e pelo seu bom senso.

29. Posso ingerir comida japonesa?

Embora o peixe cru, típico da culinária japonesa, não transmita toxoplasmose, o ideal é evitar o alimento nessa fase - aliás, qualquer carne crua deve ser riscada do cardápio da futura mamãe. Durante o preparo, o pescado pode ser manuseado por pessoas que não tenham lavado adequadamente as mãos sem falar em possíveis problemas com a assepsia do restaurante. Como o calor mata a maioria dos germes, o mais indicado é consumir apenas alimentos cozidos.

30. Posso fazer tratamento dentário?

Não só pode como deve, caso ocorra algum problema nos dentes ou nas gengivas. Doenças bucais são associadas a parto prematuro e nascimento de bebês com baixo peso. Se sua barriga ainda não é evidente, lembre-se de falar ao dentista sobre o seu estado atual para que ele possa tomar as devidas precauções no tratamento. Existem anestesias apropriadas para grávidas. Elas são mais seguras porque não contêm substâncias que provocam estreitamento dos vasos sanguíneos, presentes nas anestesias comuns.

 

Fonte: https://bebe.abril.com.br/materia/30-duvidas-sobre-o-que-e-permitido-fazer-ou-nao-na-gravidez

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Babymoon: viagem antes da chegada do bebê é moda entre celebridades. Confira 10 dicas para planejar a sua

Grávida, Guilhermina Guinle esbanja felicidade em Paris

Conhecida como babymoon, a viagem que alguns casais fazem antes do nascimento do primeiro filho garante boas lembranças. Veja 10 dicas para planejar a sua e aproveite bons momentos a dois, como fizeram Kate Middleton e Kim Kardashian.

Lua de mel todo mundo conhece, mas e babymoon? Apesar do nome diferente, a viagem durante a gestação já ganha espaço na agenda dos casais que querem curtir momentos a dois antes do nascimento do filho. A duquesa Kate Middleton e o príncipe William foram às praias de Mustique, uma das ilhas Granadinas no Caribe, antes do pequeno George Louis nascer. A socialite Kim Kardashian escolheu a ensolarada Grécia para mostrar a barriga e uma coleção de biquínis com a família.

Para que a viagem seja perfeita, o lugar deve ser escolhido pensando no casal. “Se os dois estiverem satisfeitos, poderão desfrutar bons momentos juntos. Pode ser interessante visitar um destino que não seja tão legal para ir com crianças. Aí o casal aproveita um lugar a que realmente terá pouca chance de retornar em breve”, diz Tania Francis, da agência virtual Expedia.com.br.

Antes de viajar, é importante consultar seu obstetra para checar a sua saúde e a do bebê. “O ideal, é claro, é que o pré-natal esteja em dia, pois esse acompanhamento constante permite saber o histórico da gestante, quais vacinas já tomou e que doenças já teve, por exemplo. Ainda assim, vá ao seu médico dias antes, fale que vai viajar, tire suas dúvidas e faça um check up”, indica Rosa Eliza, obstetra e pediatra.

Quando Fabiana Correa decidiu viajar com o marido para Nova York e Washington, nos Estados Unidos, a gravidez já estava próxima dos sete meses. “Só fui porque tive a liberação do meu obstetra um dia antes da viagem. Levei todos os remédios que ele me recomendou por precaução. Fiz também um seguro de viagem garantindo que se eu tivesse qualquer problema estaria bem amparada” conta ela. Durante a viagem, Fabiana aproveitou para passear, mas não fez esforço físico e contou com os cuidados e mimos do marido. “Ele me lembrava de beber água frequentemente, pois é importante se hidratar. Uma dica é não deixar de levar e usar as meias de compressão para evitar inchaço. A outra, e mais importante, é aproveitar todos os momentos a dois”, conta.

Agora, ocupada com os cuidados com a pequena Laís, Fabiana tem boas lembranças do passeio com o marido pelos Estados Unidos. “Curti cada minuto. Foi o tipo de viagem que deixa um gostinho de quero mais. Em Nova York, foi maravilhoso conhecer a cidade e aproveitar os passeios românticos. Já nas compras, escolher cada roupinha e imaginar minha filha vestida com elas era muito divertido”.

A viagem pode marcar um momento de transição para os futuros papais e também garantir boas histórias para contar ao filho depois. O mais importante é que os dois aproveitem e a grávida fique feliz e tranquila, pois se ela estiver relaxada, o bebê também estará.

Veja mais dicas para fazer uma babymoon:

Dica 1: Antes de reservar voos, hotéis ou até mesmo alugar um carro, é importante consultar-se com seu médico, pois ele poderá aconselhá-la a respeito do voo e sobre os dias longe de casa. Pergunte a ele também sobre as vacinas necessárias e indicadas, de acordo com o destino escolhido.

Dica 2: Arrume sua mala! Lembre-se de levar roupas confortáveis que combinem com o clima do destino escolhido.

Dica 3: Anote as informações do seu médico e deixe-as em um local acessível

Dica 4: Programe os passeios a dois e verifique se pode fazer reservas ou comprar ingressos antecipadamente

Dica 5: Algumas companhias aéreas exigem atestado médico de gravidez. Verifique ao reservar a passagem. Questione também sobre as refeições a bordo e peça algo especial, se necessário.

Dica 6: Faça um seguro de viagem e um seguro de cancelamento de viagem para um caso de emergência ou qualquer mudança de planos.

Dica 7: Peça um assento no corredor para chegar mais facilmente ao banheiro.

Dica 8: Leve um travesseiro extra para suas costas.

Dica 9: Se for viajar de carro, programe algumas parada regulares e não se esqueça de movimentar o corpo de hora em hora. No avião também é importante se alongar.

Dica 10: Pense em coisas que você não terá tempo de fazer após o nascimento do bebê e faça! E lembre-se: a babymoon não se resume a um simples passeio. É uma viagem especial, que você vai curtir ao lado de quem ama e que precede uma fase completamente nova em sua vida. É isso que a torna única.
Por: Raquel Brandão

 
Fonte: https://caras.uol.com.br/especial/bebe/post/babymoon-viagem-antes-da-chegada-do-bebe-e-moda-entre-celebridades-confira-10-dicas-para-planejar-su#image1
 

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