Natação para Bebês

 

A criança principalmente em seus primeiros anos de vida, passa por um processo intenso de desenvolvimento e maturação. Até os 05 anos de idade, ela tem a capacidade de ter 90% do seu cérebro preparado para o futuro.

E o que isso tem a ver com a natação para bebês?

Na verdade, todos esses desenvolvimentos podem ser auxiliados e estimulados com a natação.
O bebê já é adaptado ao meio líquido desde a gestação, são capazes de executar diversos movimentos natatórios, demostrando uma série de reflexos, comuns na primeira infância. Tudo através de estímulos estereoceptivos, ou seja, atividades que busquem facilitar o desenvolvimento dos órgãos sensoriais das crianças, como o tato, a audição, o olfato, e a visão. O ideal é que a musicalidade também faça parte das aulas, pois estimulam a memória e aumenta o vocabulário significativamente.

E são inúmeros benefícios que a natação proporciona aos bebês. Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardio respiratória e muscular, tranqüiliza o sono e também previne várias doenças respiratórias.

Um dos momentos mais importantes na natação é o exercício constante que se faz com os pais. É a inteligência emocional que através de atividades específicas, faz uma aproximação entre todos os bebês, seus familiares e o professor. Esse contato é de extrema importância para o desenvolvimento afetivo, já que sabe-se que o controle emocional é basicamente formando aos 02 anos de idade.

A natação para bebês faz parte fundamental de estudos da psicomotricidade e através do seu conceito que faz-se todo o planejamento.

Normalmente as aulas de natação são ministradas junto com os pais na piscina até os 03 anos de idade, para que as crianças tenham condições de aprender com segurança, transformando o medo do desconhecido em um ambiente alegre e prazeroso.

 

Flávia Gazolli Ferreira

Fonte: https://guiadobebe.uol.com.br/natacao-para-bebes/

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10 benefícios da amamentação para o seu bebê

Veja por que o leite materno deixa o bebê mais inteligente e protegido das cólicas

Desde a confirmação da gravidez, nenhum episódio é capaz de chamar mais atenção do que a saúde do bebê prestes a chegar. Os cuidados necessários para o desenvolvimento da criança despertam o interesse como nenhum outro assunto e a mãe faz de tudo para garantir que o bebê passe os dias longe de infecções e alergias. "Felizmente, a melhor proteção para o bebê está, justamente, nas mãos da mãe: crianças que recebem leite materno como alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida são mais resistentes a infecções, alergias, doenças e até mesmo complicações mais simples, como a cólica e o estresse", afirma o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da Sociedade Brasileira de Pediatria.

A amamentação, de tão importante, tem até semana especial no calendário: o Ministério da Saúde e a Organização Mundial de Saúde (OMS) promovem, em agosto, a Semana Mundial da Amamentação, lembrando o quanto o leite materno pode fazer diferença na vida da criança, estimulando as mães a praticarem esse gesto de amor e esclarecendo as principais dúvidas sobre o tema. Se você quer saber tudo o que seu bebê ganha a cada mamada, veja os benefícios que os especialistas destacam. 

1 - Fortalece a imunidade

O leite materno possui um importante papel na imunidade dos bebês, pois contém células de defesa e fatores anti-infecciosos capazes de proteger o organismo do recém-nascido. "As infecções comuns dos primeiros seis meses, como a otite, afetam menos as crianças que são amamentadas", diz a pediatra Natasha Slhessarenko, do Laboratório Pasteur, em Brasília.

2 - Contato com a mãe

A amamentação tem papel importante no sistema nervoso da mãe, diminuindo o estresse. "Além disso, o contato com a mãe faz com que o bebê se sinta mais seguro e tranquilo, evitando o choro e a ansiedade na criança", afirma o obstetra e especialista em Medicina Fetal Jurandir Piassi, do Lavoisier Medicina Diagnóstica, em São Paulo. 

3 - Melhor alimento para o intestino

A pediatra Ana Gabriela Pavanelli Roperto, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, em São Paulo explica que o leite humano contém enzimas já conhecidas pelo organismo da criança. "Os componentes do leite de vaca ou leites artificiais são estranhos para o bebê e, por isso, podem causar alergias intestinais e deficiência de ferro", diz. "Crianças que mamam no peito podem inclusive ficar até oito dias sem evacuar, justamente porque todos os componentes do leite materno são aproveitamos pelo organismo, não havendo necessidade de evacuação."

4 - Diminui o risco de alergias

Um estudo publicado no European Respiratory Journal revelou que bebês alimentados exclusivamente com leite materno nos primeiros menos seis meses têm menos chances de desenvolver sintomas de asma na infância, como chiados no peito e catarro persistente. Outra pesquisa, desenvolvida pela Universidade de Southampton, na Inglaterra e pelas Universidades do Estado de Michigan e Carolina do Sul, nos Estados Unidos, descobriu que crianças que foram amamentadas por pelo menos quatro meses tinham um funcionamento melhor dos pulmões.

O esforço do bebê para sugar o leite ajuda no desenvolvimento dos pulmões, fortalecendo o órgão contra alergias. "Outros estudos mostram que as alergias começam no primeiro ano de vida, e quase sempre estão associadas à proteína do leite de vaca", diz a pediatra Natasha. 'O leite de vaca está associado a irritações no organismo no bebê, podendo levar ao surgimento de dermatite, rinite, sinusite, bronquite asmática e amigdalite."

5 - Evita cólicas

A grande razão para o leite materno prevenir cólicas no bebê são as proteínas presentes em sua composição. Sylvio Monteiro de Barros explica que existem dois tipos de proteínas: as de difícil digestão (caseínas), e as de fácil digestão (globulinas). "O leite de vaca tem muito mais proteínas do que o leite materno, porém a proteína que o leite de vaca tem é basicamente caseína, e o leite humano é constituído de globulinas", diz o pediatra. Por conter esse tipo de proteína, o leite materno não fermenta tanto para ser digerido, produzindo menos gases e evitando as cólicas. "Outro fator para cólicas é a ingestão de ar pelo bebê, que é muito maior com a mamadeira do que no peito."

6 - Previne doenças futuras

Ao usar a mamadeira para alimentar seu filho, você está retirando a primeira parte da digestão do alimento, que fica na boca. "A mamadeira faz com que o leite vá direto para a garganta do bebê, comprometendo tanto o processo digestivo quanto de saciedade", diz o pediatra Sylvio. Isso fará com que a criança coma mais do que o necessário e ela tenha predisposição ao acúmulo de gordura. Segundo o especialista, mesmo o leite materno, quando oferecido na mamadeira, pode favorecer esses problemas.

Além disso, a quantidade de sódio, potássio, magnésio e proteínas presente nos outros leites é maior que no leite da mãe, fator que pode sobrecarregar o sistema da criança, causando alterações no processo de digestão e favorecendo o surgimento de doenças no futuro, como síndrome metabólica, obesidade, diabetes, hipertensão e doença celíaca.

7 - Combate à anemia

O leite materno possui muito mais de ferro e concentrações menores de cálcio, quando comparado ao leite de vaca. "O ferro presente nos outros leites não é suficiente para o bebê, sendo necessária a suplementação", diz o obstetra Jurandir Piassi, especialista em Medicina Fetal do Lavoisier Medicina Diagnóstica. "Já o cálcio em abundância nos outros leites pode inibir a absorção de ferro, diminuindo ainda mais a presença desse nutriente no organismo do bebê e favorecendo a anemia ferropriva", completa.

A pediatra Ana Gabriela declara que a presença de ferro no leite da mãe diminui com o tempo por um processo natural, como se o leite materno preparasse o bebê para a alimentação. A partir dos seis meses, é preciso introduzir alimentos ricos em ferro, como as carnes, na dieta da criança. "Como o bebê ainda não consegue mastigar direito, o melhor a fazer é colocar a carne na sopa e servir apenas o caldo, que possui os nutrientes da carne diluídos no cozimento."

8 - Ajuda no desenvolvimento cognitivo

Um estudo feito com 12 mil bebês e publicado no The Journal of Pediatrics revelou que crianças amamentadas desenvolvem mais rapidamente o cérebro, apresentando melhor desempenho de vocabulário e raciocínio. A análise foi liderada por cientistas do Institute for Social and Economic Research at the University of Essex, na Inglaterra. O pediatra Sylvio conta que a gordura presente no leite materno é constituída por ácidos graxos poli-insaturados, responsáveis por formar os neurônios da criança e favorecer as sinapses nervosas. "O desenvolvimento de cerca de 80% do cérebro acontece nos primeiros dois anos de vida, por isso a importância dessa gordura no leite da mãe", diz. O especialista reforça a importância da alimentação da mãe para que a criança consiga todos esses nutrientes: "Se a mãe tiver uma dieta rica em peixes de água fria, como salmão e cavalinha, a criança irá obter mais gorduras por meio da amamentação e isso irá facilitar seu desenvolvimento cognitivo." 

9 - Desenvolve a arcada dentária

O movimento de amamentação é excelente para a dentição e para a fala do bebê. 'Há estímulo para o desenvolvimento dos ossos do crânio e da face, fazendo com que os dentes se encaixem de forma adequada", diz a fonoaudióloga Andrea Motta, da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia. "Amamentar também promove estímulos favoráveis ao desenvolvimento da musculatura da boca e da face, o que futuramente irá refletir na respiração, fala, mastigação e deglutição."

10 - Ajuda no crescimento de prematuros

Os bancos de leite existentes hoje no Brasil são basicamente para o desenvolvimento de bebês prematuros. "Quanto mais prematuro é o bebê, mais imaturo é o seu sistema digestivo e maior a probabilidade de desenvolver alergias", diz pediatra Natasha. "Além disso, o prematuro precisa dos nutrientes do leite materno para desenvolver melhor todos os seus sistemas, mais imaturos do que deveriam."

 

Fonte: https://www.minhavida.com.br/familia/galerias/15431-10-beneficios-da-amamentacao-para-o-seu-bebe

 

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Normas básicas de disciplina

Normas básicas de conducta y comportamiento de 0 a 36 mesesNós, os pais, temos uma grande influência no comportamento dos nossos filhos, tanto nas condutas adequadas como nos comportamentos inadequados. Ensinar aos nossos filhos/as a respeitarem as normas e a obedecerem não é tarefa fácil, mas estamos em condições de influenciar positivamente e de incidir no seu correcto desenvolvimento, tanto psicoafectivo como social. Passamos a enumerar alguns comportamentos habituais nos adultos que dificultam a aprendizagem adequada das normas básicas de conduta.

Limites confusos e pouco claros
Devemos explicar-lhes de forma muito clara aquilo que é permitido e aquilo que não é. As crianças devem saber o que delas se espera, há que deixar muito claro quais são os limites, já que são as mensagens que comunicam as nossas regras e definem o equilíbrio de poder e autoridade nas nossas relações.

Não cumprir as nossas advertências
Devemos explicar previamente o que acontecerá se ultrapassarem esse limite e nos puserem à prova, isto é, que consequência haverá se transgredirem essa norma ou advertência. Evidentemente que temos que cumprir sempre as nossas advertências, senão a mensagem que transmitimos aos nossos filhos é que as nossas palavras às vezes se cumprem e outras vezes não, pelo que a tendência da criança será sempre experimentar para ver o que acontece, ou seja, se estamos ou não a falar a sério.

Recompensar as condutas inadequadas
As consequências que se aplicam depois de uma má conduta são as que determinam a probabilidade dessa conduta se repetir ou não no futuro. Isto é, se a consequência da conduta inadequada for de alguma forma uma recompensa para a criança, o mesmo comportamento tenderá a repetir-se. Exemplo: A Marta chora quando a mandam para a cama. Prometemos ler-lhe uma história se for dormir e ela pára de chorar. Resultado: a Marta chorará sempre até que alguém lhe conte uma história antes de ir para a cama.

Pedir o que nós não fazemos.
Nós somos os modelos a imitar. Dificilmente poderemos pedir aos nossos filhos que não façam aquilo que nós fazemos, isto é, não podemos castigar o nosso filho mais velho dando-lhe uma palmada porque bateu ao mais pequeno, já que a nossa mensagem verbal e a nossa acção são contraditórias. Estamos a sancionar a nossa própria conduta.

Não reforçar as condutas adequadas
É importante prestar muita atenção quando os nossos filhos obedecem à primeira ou seguem uma norma sem nos darem qualquer problema. Esse será o momento para lhes expressarmos a nossa aprovação. Quando prestamos atenção a um comportamento, seja ou não correcto, estamos a influenciar directamente na sua futura manifestação. Em consequência, se atendermos às condutas correctas e ignorarmos as inadequadas, estaremos a influenciar directamente numa mudança de comportamento.
A atenção por parte dos pais, as palavras de elogio e aprovação, as carícias ou os prémios em geral, dispensados pela prática de uma conduta correcta dos filhos, aumenta a probabilidade dessa conduta se repetir e de se aperfeiçoar.

Ser incoerentes
As mensagens de actuação tanto do pai como da mãe devem ser as mesmas. Dificilmente conseguiremos resultados satisfatórios se não houver consenso entre ambos. A criança tenderá a prestar atenção à mensagem que mais lhe interesse consoante as suas preferências ou necessidades.

Personalizar a má conduta
As crianças não se portam mal para nos “incomodárem”, mas sim por estarem a aprender aquilo que está bem e aquilo que está mal. São as nossas mensagens e as consequências que aplicaremos se não se cumprirem que os ensinam a melhorar a sua conduta. Se pensarmos que o seu comportamento se dirige directamente a nós, deixaremos de ser eficazes educativamente.

Conclusão, para ajudarmos os nossos filhos/as a entenderem que as normas são para cumprir e que em casa elas são impostas pelos pais, é necessário que essas normas sejam claras e concretas, adequadas à sua faixa etária; terão de saber o que lhes acontecerá se tentarem transgredi-las e deveremos sempre fazer cumprir as consequências. Para aumentar e/ou manter um comportamento adequado será necessário dar-lhes uma atenção especial cada vez que este se verifique e deixar de prestar atenção aos comportamentos inadequados que só exigem a nossa atenção pela negativa. Por outro lado, devemos pensar que somos o modelo para os nossos filhos e que estes aprendem directamente através da nossa conduta, seja ou não correcta.

 

 

O meu filho de 2 anos e meio morde e bate nos colegas do infantário. À tarde, quando vamos ao parque, faz a mesma coisa com as crianças do bairro. Como poderei resolver esta situação?

Nessa idade é frequente as crianças usarem a “agressão” física para com os colegas como recurso para solucionar os seus conflitos. Relativamente ao parque, é muito importante que lhe deixe bem claro antes de ir o que espera dele, isto é, que não deve bater nem morder aos amigos, e o que lhe acontecerá se o fizer, ou seja, que se irão embora do parque imediatamente.
Se aplicar esta regra diariamente e, sobretudo, se a fizer cumprir, o seu filho perderá o privilégio da diversão no parque por causa de um mau comportamento que ele já saberá identificar. É possível que a frequência dos incidentes diminua e estará a ensinar-lhe aquilo que é aceitável e aquilo que não é.
Por outro lado, seria interessante falar com a educadora do seu filho e averiguar a frequência do referido comportamento, quando se manifesta e como o solucionam.

 

A minha filha de 3 anos é muito eléctrica e irrequieta, nunca pára e é impossível brincar sossegada, comer sentada ou ouvir à primeira sem gritarr. Tenho que lhe repetir as coisas 5 ou 6 vezes e as últimas são sempre aos gritos.

É normal que uma criança aos 3 anos seja eléctrica e lhe custe prestar atenção. Nós, adultos, por vezes, temos de reflectir sobre quantas instruções ou “ordens” damos às crianças durante o dia. Às vezes, torna-se-lhes incompatível a grande quantidade de coisas que têm de fazer durante o dia e as regras que têm de seguir com os seus verdadeiros desejos imediatos, como brincarem com determinado brinquedo que voltaram a descobrir ou entreterem-se com qualquer coisa que nesse momento acharam interessante ou atractiva. Para conseguir com que as nossas crianças sigam de forma mais eficaz as nossas advertências temos de estabelecer uma prioridade e definir aquelas em que vale a pena insistir e aquelas em que não, as que são importantes para a sua aprendizagem e desenvolvimento. Para nos assegurarmos de que ouviram as normas ou regras que consideramos importantes podemos perguntar-lhes se as entenderam e pedir-lhes que as repitam. Nesta idade têm de ser ordens claras, breves e relevantes. Caso haja uma negativa, será necessário aplicar um castigo ou uma consequência.

 

Quando não cedo às vontades do Carlos, o meu filho de 7 anos, insulta-me e é verbalmente agressivo comigo. Nesse momento, diz-me que prefere estar com o pai porque lhe dá tudo o que ele pede.

O que o seu filho pretende é fazê-la sentir-se mal para que ceda aos seus pedidos, insinuando que se o fizer gostará muito mais de si. Deve ter bem claro aquilo que lhe permite e o que não lhe permite fazer e não confundir os sentimentos com as normas educativas. Tem que estar de acordo com o pai relativamente às normas para que ele não vos manipule com os sentimentos. A partir daí aja em consequência.

 

Na opinião do meu pediatra, a minha filha de 4 anos deve ser capaz de se vestir sozinha de manhã, mas é muito lenta e todos os dias acabo por vesti-la eu para ser mais rápido e não haver uma guerra. Esta é a atitude correcta?

A sua filha sabe perfeitamente que não precisa de se esforçar para se vestir sozinha porque depois acaba por ajudá-la. Uma forma das crianças não serem competentes é fazer por elas mais do que o necessário. Para fomentar a sua responsabilidade e confiança devemos fazer menos, nunca mais. Muitas vezes, nem sequer nos damos conta de tudo o que fazemos e daquilo que eles podem fazer por si mesmos se lhes dermos a oportunidade de tentarem.

De certeza que a sua filha consegue vestir-se e lavar-se de forma autónoma se lhe der o tempo necessário para o fazer e se você não intervier. Uma solução um pouco incómoda à priori mas eficaz a longo prazo é acordarem um pouco mais cedo, deixar-lhe a roupa e dizer-lhe para se vestir sozinha. Se ela vir que você não a ajuda, ao fim de algum tempo acabará por adquirir o hábito sem problemas. Dê-lhe tempo.

 

Tenho uma filha de 5 anos e um filho de 3. A menina é muito dócil e foi muito fácil criá-la. Por sua vez, o menino tem muita personalidade e faz birras de meia hora. O que poderei fazer para parar com as birras? Cada vez são piores.

As birras são comuns aos 3 anos de idade e correspondem normalmente a crianças de temperamento difícil. Uma boa maneira de irem desaparecendo de forma progressiva é desviar a nossa atenção de forma imediata cada vez que uma ocorra. Isto significa que quando o seu filho, perante uma recusa ou quando não gostar de alguma coisa, fizer uma birra, você e as pessoas que estiverem presentes nesse momento não devem prestar-lhe qualquer tipo de atenção. Ou seja, não deverão falar com ele, nem tocar-lhe, nem prometer-lhe nada se deixar de chorar, não deverão fazer nada. Há que esperar até lhe passar sem qualquer tipo de atenção, e assim sucessivamente. Se ele se der conta de que fazer birra não resulta, utilizará outros métodos para conseguir os seus propósitos.

 

Quando era pequena, a minha mãe dava-nos uma estalada de vez em quando e isso não me criou qualquer problema de maior. Agora que tenho filhos (um de 2 e um de 6), faço-o em ocasiões de muita rebeldia e tem funcionado. É uma boa opção?

O castigo físico é humilhante para os filhos: fere os seus sentimentos, deixa-os zangados e provoca resistência à cooperação. Caso consigam mudar uma conduta será porque sentirão medo e não por terem aprendido a comportar-se melhor ou a respeitar uma norma. Não é recomendável nem eficaz em nenhuma situação.

 

Se o meu filho de 5 anos não arruma os brinquedos retiro-lhos temporariamente para que aprenda a arruma-los. Às vezes esta táctica resulta, outras vezes não. Não entendo o que acontece, o que é que falha às vezes.

Aplicar consequências faz parte de um processo de ensino e aprendizagem. O facto de ser necessário repetir as consequências “instrutivas” muitas vezes não significa que sejam ineficazes. É uma questão de tempo e de ser muito persistente.
Se lhe retirar o brinquedo, não o faça por muito tempo já que aquilo que queremos é que relacione o facto de não ter o brinquedo com a perda do mesmo. Por conseguinte, se passar muito tempo, é provável que o seu filho não se lembre do que aconteceu com o objecto e que o seu esforço tenha sido em vão.

 


Lara, a nossa filha de 13 meses passa o dia a chorar. Habituou-se a pedir o que quer implorando com soluços. Explico-lhe que não deve fazê-lo mas continua igual. O que se deve fazer nestes casos?

A vossa filha aprendeu a pedir as coisas através da choradeira e não deixará de o fazer enquanto lhe prestarem atenção quando o faz. Ainda é pequena para reflexões educativas. Tendo em conta a sua idade é muito mais eficaz fazerem-se despercebidos aos seus pedidos com choros e prestar-lhe muitíssima atenção quando se dirigir a vocês de forma adequada. Se forem persistentes nesta norma de conduta, em pouco tempo abandonará o choro já que não conseguirá os seus objectivos.

 

Tenho 2 filhos de 5 e 3 anos. Estão sempre à bulha por qualquer motivo e é muito difícil brincarem em sossego sem que haja conflitos. Passo o dia a repetir-lhes vezes sem conta que devem dar-se bem e partilhar as coisas. Como poderei fazê-los entender?

O motivo pelo qual os seus filhos não colaboram é simples: não têm porque fazê-lo. Essa colaboração é opcional, não necessária. Não há nada que os torne responsáveis pela sua própria conduta já que você confiou na persuasão para fazer compreender a sua mensagem. Tem que estar disposta a apoiar as suas mensagens com consequências. Isto é, por exemplo, explicar-lhes que cada vez que se baterem terão que brincar separados, em quartos diferentes, já que por enquanto não estão preparados para brincarem juntos. Não é necessário chatear-se nem gritar. Sempre que surja algum conflito entre eles, separe-os fisicamente, repetindo o acto em cada ocasião. É uma boa forma de eles entenderem a sua responsabilidade e as consequências negativas do seu comportamento.

 

Clara, a minha filha única, de 4 anos, faz todos os dias uma birra antes de ir para a cama. Por enquanto, resolvemos a questão deixando-a ver televisão connosco no sofá até adormecer e depois levamo-la para a cama dela. Não podemos continuar assim.

É preciso saberem o motivo pelo qual ela não quer dormir sozinha. Aos 4 anos são frequentes os medos nocturnos associados à escuridão, como a presença de monstros no quarto ou ladrões que entram pelas janelas. Se esse for o caso, devem acalmá-la e acompanhá-la ao seu quarto, estabelecer um ritual antes de dormir, como ler uma história e deixar uma pequena luz acesa, assim como assegurá-la que vocês estão perto para lhe dar segurança. Pouco a pouco habituar-se-á a ir para a cama de forma autónoma. Se tiverem muitas dificuldades, deverão consultar um profissional.

 

A minha filha de 4 anos e meio consegue sempre que eu ceda às suas exigências. Quando quer alguma coisa insiste até lhe fazerem a vontade e se não quiser fazer algo, recusa-se, não há maneira de a fazer mudar de ideias. Gostaria de saber como posso fazer com que me ouça.

Ainda que sem má intenção, é óbvio que está a ser extremamente permissiva com a sua filha e ela sabe disso. Se as crianças se apercebem de que as nossas mensagens e os nossos limites são pouco claros e não lhes interessa cumpri-los, tenderão a levar-nos ao limite até cedermos, as vezes que eles quiserem. É fundamental que para a sua filha a levar a sério, você defina primeiro claramente o que lhe permite e o que não lhe permite fazer. A partir daí, aja em consequência e não ceda.

 

Li que a técnica do tempo fora é eficaz para castigar. Podemos aplicá-la todos os dias ou só de vez em quando?

O tempo morto é um método educativo muito eficaz quando utilizado com uma finalidade, uma consequência lógica. Trava a má conduta e ensina as nossas regras mediante mensagens de actuação claras. O tempo morto ou time-out não é forçar as crianças à submissão, não é um método agressivo se aplicado correctamente. O time-out é afastar a criança no momento de uma transgressão, ou sempre que não obedeça, do lugar onde está e colocá-la noutro lugar da casa sem estimulação. Há que avisar previamente que se procederá com este método se não houver colaboração. O tempo será de 1 minuto aproximadamente por ano de vida, não é necessário mais.
Pode ser posto em prática as vezes que forem necessárias sempre que puserem à prova os nossos limites, mantiverem uma conduta provocadora, desrespeitosa ou agressiva.

 

Fonte: https://www.dodot.pt/artigos/-/info/details/content.58085/normas-basicas-de-disciplina/

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Consultas do bebê saudável

Controles médicos del bebé sanoLogo que regressar a casa com o seu bebé, depois de ter estado no hospital, o pediatra quererá vê-lo pela primeira vez ao 10-15 dias. De facto, terá que visitá-lo com bastante frequência. A maioria das sociedades científicas pediátricas, incluindo a Associação Portuguesa de Pediatria, recomenda que todos os pais levem o seu filho a pelo menos nove consultas de pediatria durante os seus primeiros três anos de vida. Estas consultas de vigilância da saúde do "bebé saudável" são muito importantes. Em primeiro lugar, permitem ao pediatra a possibilidade de fazer um controlo constante do crescimento e do desenvolvimento do seu bebé, por outro lado, asseguram que ele toma as vacinas de que necessita no momento adequado e, por último, permitem-lhe estar segura de que o seu bebé não apresenta problemas de saúde. Estas consultas são a altura ideal para você levantar dúvidas e outros aspectos relacionados com a saúde do seu filho e da sua família e obter ajuda e informações acerca das próximas etapas do seu desenvolvimento. Nunca falte às consultas de controlo do bebé saudável que tiver marcadas. A maior parte dos pediatras pedir-lhe-á que leve o bebé a duas ou mais consultas nas duas primeiras semanas de vida. Nestas consultas analisará a alimentação do bebé e outros temas relacionados com o que você precisa de saber acerca do recém-nascido. Estas consultas breves permitem comprovar que tudo está em perfeitas condições. As consultas mais longas e regulares começam quando o bebé atinge um mês de vida.
Durante cada controlo de bebé saudável, é provável que o pediatra faça alguns exames de rotina e que lhe de informações. Alguns destes procedimentos incluem:

- Verificar o peso e a altura do seu bebé para ter a certeza de que está a crescer de forma constante e que o peso é normal.
- Medir a circunferência da cabeça do bebé para se certificar de que está a crescer de forma adequada.
- Administrar ao seu bebé as vacinas de que ele precisar. Partilhar opiniões acerca do desenvolvimento do seu bebé.
- Conversar e esclarecer dúvidas acerca da amamentação.
- Responder a quaisquer perguntas que possa ter.

 

Fonte: https://www.dodot.pt/artigos/-/info/details/content.54392/consultas-do-bebe-saudavel/


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Atenção aos dentinhos do bebê

 

Sorriso de criança é lindo! Espanta qualquer cara feia, desarma o mau humor na hora... Pra não deixar nenhuma cárie atrapalhar e manter o sorriso dos pequenos cativante, alguns cuidados devem ser tomados desde cedo, ainda na gravidez, evitando medicamentos que agridem os dentes de leite ainda em formação. Depois, tendo o cuidado de limpar as gengivas com uma gaze úmida após as mamadas, e à medida que os filhotes vão crescendo, esses cuidados devem aumentar. Afinal, chega uma fase em que eles não têm hora pra comer, vivem com uma bala na boca, pirulito, sorvete e salgadinhos pra lá e pra cá... 

Mais do que estética, dentes de leite saudáveis influenciam na saúde do corpo todo. “Por participarem da mastigação e deglutição, eles interferem na boa formação dos dentes permanentes e na saúde geral da criança”, afirma Flávio Luposeli, cirurgião dentista e especialista em estética do sorriso na clínica que leva seu nome, em São Paulo.

Vamos ao dentista?

Logo que nascem os dentinhos, é hora de apresentar o bebê ao odontopediatra. “O ideal é que a primeira consulta seja feita no primeiro ano de vida, pois é nessa fase que normalmente chegam os dentinhos e, com eles, muitas dúvidas quanto aos seus cuidados”, orienta Luposeli. “É nesse período que se estabelecem os hábitos de higiene oral, amamentação, alimentação e, muitas vezes, de sucção de chupetas e dedo, que se estiverem em desequilíbrio poderão levar ao aparecimento de cáries, problemas gengivais e maloclusões (mau encaixe entre os dentes e possível desarmonia de língua e lábios)”, o especialista explica.

Levar a criança desde cedo ao dentista favorece também uma boa relação com o profissional ao longo da vida, desfazendo medos e mitos. Afinal, com orientação e higiene adequadas, evita-se a cárie e o temido motorzinho... 

 “Quanto antes a criança iniciar esse contato, mais facilmente irá incorporar hábitos saudáveis em seu dia a dia, prevenindo a instalação de irregularidades. O acompanhamento profissional é importante para que a dentição se desenvolva de forma saudável, já que o diagnóstico precoce de qualquer coisa errada poderá favorecer os cuidados.”

Algumas dicas

Boa higienização e hábitos saudáveis são o primeiro passo para um sorriso saudável. Não permita que o bebê durma com a mamadeira de leite ou suco na boca; escove os dentinhos pelo menos três vezes ao dia, especialmente à noite; não se esqueça do fio dental e mantenha uma alimentação saudável.

Evite o uso prolongado da chupeta. “A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade Brasileira de Pediatria não recomendam o uso, pois os movimentos de sucção realizados para chupar o dedo ou a chupeta estão longe de ser os ideais para a dentição do bebê. É mais fácil tirar a chupeta na época necessária – sendo o ideal até os 2 anos”, alerta o especialista.

Cuidado com os tombos e quedas, comuns nessa fase dos primeiros passos. Se bater a boquinha e traumatizar um dente, procure imediatamente um dentista.
 
Fonte: https://www.atmosferafeminina.com.br/Familia/Bebes/Desenvolvimento/Atencao_aos_dentinhos_do_bebe

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Cólicas no bebê

bebê a chorarNos primeiros meses de vida é normal que o seu bebê venha a sofrer de cólicas. Por isso é natural que chore muitas vezes ao longo do dia, esteja irritado, inquieto e seja difícil de acalmar. Este fenómeno é mais intenso no fim do dia e à noite, devido à uma maior quantidade de gás acumulado.

bebê deitado sobre o braço do pai

Isto acontece pois o aparelho digestivo do bebê ainda não se encontra totalmente desenvolvido, de modo a processar as proteínas do leite corretamente. As cólicas também podem ser provocadas pela ingestão de ar em demasia quando o bebê mama ou chora, excesso esse que se reflete numa pressão forte ao nível do aparelho gástrico, provocando dor ou a chamada cólica.

massagem na barriga do bebê

Normalmente, bebês que sofrem de cólicas, além de chorarem muito, apresentam a barriga inchada e dura e, frequentemente se contorcem, estendendo e retraindo muitas vezes as pernas. Por vezes, uma suave massagem na barriga ou colocá-lo deitado sobre o braço, de barriga para baixo é suficiente para lhe atenuar as cólicas, notando-se no bebê uma reação quase imediata de alívio.

Se estes sintomas forem realmente muito acentuados, convém falar com o pediatra, pois poderá ser necessário trocar o leite em pó que lhe está a dar, se for esse o seu caso, ou ser necessário recorrer a medicamentos que aliviem estes sintomas. Se está a amamentar, tenha cuidado com o tipo de alimentos que ingere, pois estes podem interferir no normal funcionamento intestinal do seu bebê.

 

Fonte:https://bebeatual.com/bebes-colicas_64

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É tempo de tirar a fralda

Assim como tudo que envolve o universo infantil, não existe uma regra para a hora exata de tirar a fralda. Mas, em média, os especialistas afirmam que entre o 2º e o 3º ano de idade a criança já tem maturidade suficiente para perceber a vontade de fazer xixi e pedir para que alguém a leve ao banheiro. “O desfralde exige paciência, mas não costuma demorar mais do que dois meses”, conta a psicopedagoga Rosana Ziemniak, a coordenadora da educação infantil do colégio Magister, em São Paulo.


Segundo ela, se o filho frequenta a escola é muito importante que a fralda seja retirada ao mesmo tempo pelos pais e pelas professoras. “Se em casa os responsáveis colocarem a fralda, seja por uma questão de comodidade ou falta de tempo para levar a criança ao banheiro regularmente, ela perde a referência de qual é momento certo de fazer xixi”, justifica a educadora.

Para que esse processo seja tranquilo, Rosana recomenda, antes de tudo, explicar para o pequeno que a fralda vai ser retirada e o quanto isso vai ser melhor e mais confortável para ele. Também cabe aos pais e cuidadores dar os parabéns toda vez que o filho avisar que está com vontade de fazer xixi, providenciar calcinhas e cuecas atraentes para os pequenos, lembrar de perguntar se ele quer ir ao banheiro e ficar atento se ficar muito agitado ou colocar a mão sobre a região genital. “No banheiro, você pode conversar, cantar, abrir a torneira da pia e até pedir para o xixi sair, tudo para entretê-lo por alguns minutos. Se mesmo assim ele não conseguir fazer, ok, tente de novo daqui a 30 minutos porque vai dar certo”, garante a especialista. 

Para tirar a fralda à noite, a estratégia é outra. Os pais ou cuidadores poderão observar que a criança começa a diminuir a quantidade de urina na fralda ao acordar e que algumas vezes ela até consegue acordar seca ou pede para fazer o xixi assim que acorda. “Quando chegar o momento, faça com que o baixinho jante entre duas e duas horas e meia antes do momento de se deitar e, depois disso, não ofereça mais líquido, a não ser a mamadeira da noite.

Por último, programe o despertador para tocar no meio da madrugada para levar o filho ao banheiro, mesmo que ele vá dormindo ou esteja sonolento”, completa Rosana.
 
Fonte:https://www.atmosferafeminina.com.br/Familia/Bebes/Desenvolvimento/E_tempo_de_tirar_a_fralda

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Como esterilizar mamadeiras, chupetas e outros acessórios do bebê

bebê com mamadeiraQuanto ao processo de esterilização em si, existe a esterilização a quente (a mais comum) e a esterilização a frio.

Na esterilização a quente podemos encontrar basicamente 3 métodos:

Esterilização por fervura – É o método mais acessível e barato, apesar de ter o inconveniente de haver tendência a se desrespeitar o tempo de esterilização para cada objeto.

As tetinas e chupetas não devem ser fervidas mais de 3 minutos, de modo a evitar o seu envelhecimento antes do tempo.

Os mamadeiras devem ser fervidos durante pelo menos 12 minutos. Os acessórios devem estar submersos, aquando da fervura e só devem ser colocados no recipiente para esterilizar quando a água estiver a ferver.

Esterilização por micro ondas – É um método prático e rápido. Existem à venda esterilizador para micro ondasrecipientes apropriados para esterilizar os mamadeiras e chupetas no micro ondas. Ao comprá-los, tenha em conta o tamanho do seu micro ondas e do esterilizador a comprar. Respeite sempre o tempo e a temperatura aconselhada pelo fabricante, de modo a obter uma esterilização eficaz. No mercado podemos encontrar recipientes de plástico de formato rígido (os mais comuns). Atualmente está disponível em alguns países como o Brasil e os EUA, um esterilizar em forma de saco plástico, chamado “Esteriliza Fácil” do Grupo Eureka, em que os objetos a esterilizar são colocados dentro do saco, juntamente com água, que é fechado e colocado no micro ondas. O tempo de esterilização vai desde 1.5 minutos até 5 minutos, dependendo da potência do micro ondas usado. Pode ser reutilizado até um máximo 20 vezes e tem a vantagem de ser fácil de arrumar e transportar, sendo muito prático em férias.

menina com duas chupetas

Esterilização pelo vapor – É um método muito eficaz e o de eleição em hospitais e laboratórios. É necessário adquirir o esterilizador a vaporaparelho próprio e seguir rigorosamente as indicações do fabricante. Pode encontrar à venda esterilizadores a vapor elétricos ou para colocar no micro ondas. Tem a vantagem de ser menos agressivo para os objetos a esterilizar, prolongado a sua duração. O utensílio esterilizado deste modo é perfeitamente inócuo para o bebê. Tem a desvantagem de ser um aparelho caro, exigindo um grande investimento inicial, que é em parte compensado pela eficácia e segurança na esterilização, além de conferir maior durabilidade dos objetos a esterilizar.

A esterilização a frio faz-se recorrendo a soluções químicas – Esterilização química. Trata-se de um método pouco usado porque, além de ser necessário comprar a solução química, não garante uma esterilização rigorosa como nos outros métodos. Tem a desvantagem de requerer um manuseamento rigoroso da solução, de modo a que os objetos esterilizados não sejam nocivos para o bebê. A solução pode ficar em contato com os objetos esterilizados, garantindo a esterilização por 24h. A esterilização química é vantajosa para esterilizar alguns utensílios e brinquedos que não resistem a altas temperaturas.

 

Fonte: https://bebeatual.com/bebes-esterilizar-biberoes-chupetas-e-outros-acessorios_72

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Dicas para deixar a chupeta

criança com chupeta

  • Comece a desabituar a criança quando esta tenha perto de um ano de idade, pois será bem mais fácil fazê-lo nesta altura. Quanto mais tempo passar, mais dependência a criança terá. Não permita o seu uso a partir dos 5 anos de idade, para que esta não afecte a dentição permanente.

  • Não deve tirar-lhe a chupeta drasticamente. Isso causar-lhe-á insegurança e stress sem necessidade, podendo reflectir-se negativamente no desenvolvimento da criança. Para que seja bem-sucedido, terá de conseguir a colaboração desta.

  • Comece por reduzir o tempo de uso da chupeta a períodos chave: hora de dormir, quando estão doentes, comocriança com chupeta conforto em momentos difíceis, etc. Estabeleça um acordo com a criança quanto as alturas em que ela poderá usar a chupeta. Se ela conseguir cumprir esse acordo, compense-a através de elogios.

  •   Distraia-a com coisas divertidas como brincadeiras, livros, etc., quando ela lhe pedir a chupeta.criança com chupeta
  • As crianças pequenas admiram as crianças mais velhas por isso, aproveite para lhe mostrar como os meninos crescidos já não usam chupeta.

Fonte: https://bebeatual.com/criancas-dicas-para-deixar-a-chupeta_44

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O sono do bebê

bebe a dormirNos primeiros anos de vida, o padrão de sono do bebê é muito diferente do padrão de sono do adulto. Os bebês precisam de muito mais horas de sono para acompanhar o rápido desenvolvimento do sistema nervoso, e do seu crescimento em geral.

Os ciclos de sono de um recém-nascido duram cerca de 60 minutos e, durante os primeiros 2 anos de vida, aumentam para 90 minutos cada.

Um bebê recém-nascido não distingue ainda o dia da noite. Ele dorme por períodos de duas a quatro horas seguidas e acorda para comer.

Durante os primeiros anos da vida do bebê, o seu ciclo de sono apresenta três fases:

1ª - O bebê está quieto, com respiração regular e não se verificam movimentos oculares;

2ª -Chamada fase ativa, em que o bebê apresenta movimentos mas de olhos fechados, tais como expressões faciais, movimento lento dos dedos e corpo; além de movimentos oculares rápidos e respiração irregular.

3ª - Fase com um padrão pouco definido mas diferente das duas outras fases.

bebê a dormirRegra geral, um recém-nascido precisa de dormir cerca de 16 a 20 horas de sono por dia. Estes números vão diminuindo gradualmente, conforme os bebês vão crescendo. Um bebê com 6 meses precisa de cerca de 11h de sono sem contar com a sesta (preferencialmente duas sestas, uma de manhã e outra à tarde, de duas horas cada uma). Um bebê de um ano precisa de cerca de 10h de sono além da sesta (de preferência duas sestas, de uma hora e meia cada uma), enquanto um bebê de 3 anos precisa de cerca de 10h de sono e uma sesta de cerca de duas horas. Estes valores são estimativos, e variam de bebê para bebê.

A partir das 3 semanas, o bebê, apesar de ainda acordar para mamar durante a noite, já dorme por períodos mais longos. Desse modo, o sono noturno é maior, ficando mais deperto durante o dia.

Os bebês alimentados com leite em pó, podem dormir mais que os bebês que são amamentados simplesmente porque o leite em pó permanece mais tempo no estômago (leva mais tempo a digerir) deixando-os, consequentemente, saciados por mais tempo.

A partir de um ano de idade as crianças começam a querer resistir à hora de dormir, pois estão tão entusiasmadas com o novo mundo que as rodeia que a última coisa que querem fazer é dormir! Esta é a altura ideal para os pais criarem um ambiente calmo, sem grandes estímulos, de modo a que a criança sossegue e adormeça mais facilmente.

criança com birra na hora de dormirAos dois anos, atinge-se o “ponto crítico” no que toca à hora de dormir; nesta fase é normal que as crianças tentem ao máximo adiar a hora de deitar… qualquer coisa servirá de desculpa para ficarem mais uns minutinhos acordados!

É a partir daqui que é essencial criar bons hábitos de sono. Se ainda não foram estabelecidas regras específicas para cumprir à hora de dormir, é altura de fazê-lo!criança a dormir

Aos 3 anos de idade, a criança já tem uma vida muito ativa além de muita imaginação, o que pode propiciar um sono mais agitado, com sonhos e até alguns pesadelos. Para atenuar um pouco esta situação, é essencial que a hora de dormir seja encara com calma e num ambiente simples e pacífico. Se a criança tiver medo de adormecer porque o quarto se encontra muito escuro, deixe uma luz acesa, de fraca intensidade, até que adormeça.

criança sonolenta nas aulasNa adolescência é normal que durmam cerca de 9 a 10 horas por dia. Mas com a imposição de um horário escolar, em que normalmente têm de se levantar cedo, e com uma vida social mais ativa em que acabam por se deitar mais tarde do que deviam, o que acontece é uma diminuição no número de horas de sono. Esta diminuição reflete-se durante o dia através de sonolência e desejo de dormir durante o dia.

O sono, em qualquer idade, tem como finalidade regular e reparar o organismo. É essencial na regulação da temperatura corporal e nacriança a dormir recuperação do corpo e da mente.

Durante o sono, as crianças amadurecem física e psiquicamente, assimilando e organizando tudo o que aprenderam, além de restabelecerem energias para um novo dia.

Assim como comer, o sono é essencial à vida de qualquer ser humano. É por isso muito importante que desde cedo oriente o seu filho para que este estabeleça bons hábitos de sono. Ensine o seu filho a dormir!

 

Fonte: https://bebeatual.com/bebes-sono-do-bebe_86

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Cuidados a ter com o bebê na limpeza dos genitais e do cordão umbilical

banho do recém nascidoOs bebês, mesmo os recém-nascidos, podem tomar banho todos os dias, embora não seja de todo obrigatório.

Nos primeiros dias de vida terá de ter mais cuidado com a zona do umbigo onde ainda se encontra parte do cordão umbilical (coto umbilical). Para isso, use uma esponja própria para lavar o recém-nascido, evitando encharcar o coto umbilical.

A higiene do cordão umbilical faz-se com uma gaze esterilizada embebida em álcool a 90 graus, de modo a desinfetar bem a área e promover a cicatrização. Este deve manter-se limpo e seco para evitar infeções.

Lembre-se que em cada muda de fralda deverá proceder à limpeza do cordão umbilical. Se o coto umbilical se encontrarhigiene na muda de fralda sujo de urina ou fezes, deverá primeiro ser lavado com uma esponja embebida em água e um pouco de sabão ou gel de banho do bebê. Só depois se aplica a gaze com álcool. Deve manter-se este cuidado até 48h após a queda do cordão umbilical.

A mãe ou o pai podem dar banho ao seu bebê a qualquer hora do dia, mas o ideal será ao fim da tarde, de modo a promover o relaxamento do bebê e uma melhor noite de sono.

A limpeza de áreas como os genitais e a cara deve ser feita diariamente, sendo os genitais limpos a cada muda de fralda.

Higiene dos genitais do bebêA limpeza da zona genital, nas meninas, faz-se sempre da frente para trás. Pode limpá-los com um algodão embebido em água morna ou óleo de bebê. Pode ainda usar toalhetes de limpeza próprios para bebê, sendo preferível usar estes últimos só quando se encontra fora de casa, pois o seu uso continuado pode irritar a pele do bebê.

Não é obrigatório colocar pasta ou creme a cada muda de fralda, exceto se a pele do bebê tiver assaduras. A higiene deve ser cuidadosa mas não excessiva.

bebê recém nascido após banho

No primeiro mês de vida das meninas, é normal que ocorra um fluxo com uma pequena quantidade de sangue, parecido à menstruação. Isto é perfeitamente normal e nada mais tem de fazer senão limpá-lo.

Nos meninos, deve fazer uma limpeza apenas da zona externa dos genitais. Pode exercer-se ligeira tração do prepúcio (pele que cobre a glande), de modo a não provocar desconforto ao bebê. O prepúcio não deve ser descolado pelos pais para conseguir uma melhor higiene. Só o médico está capacitado para o fazer de modo a não trazer sequelas para o bebê mais tarde.

E lembre-se que uma higiene cuidada do bebê é meio caminho andado para o manter saudável!

 

Fonte: https://bebeatual.com/bebes-limpeza-genitais-e-cordao-umbilical_84

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Bebés saudáveis e sem cólicas!

Bebés saudáveis e sem cólicas!

Ao longo do primeiro ano de vida o sistema digestivo do bebé sofre muitas alterações, já que aprende a digerir, a absorver e a excretar. São processos complexos para o bebé, mas necessários para um crescimento saudável e para um bom desenvolvimento. Muitos bebés passam por mal-estar e dores abdominais durante este tempo, o que pode provocar o seu choro.

Durante os primeiros meses os bebés estão a aprender a comunicar e o choro é a maneira de se expressar. É parte da sua adaptação ao novo ambiente e ao seu crescimento. No entanto, alguns bebés podem chorar durante longos períodos de tempo sem responderem aos métodos habituais de os acalmar. Isto conhece-se como cólicas.

O que são as cólicas?

As cólicas infantis definem-se como episódios de choro intenso e vigoroso durante pelo menos 3 horas por dia, 3 dias por semana durante mais de uma semana. Aparecem desde as primeiras semanas e são mais frequentes até ao 4º ou 5º mês de vida.

Quais são as causas?

As causas das cólicas são de origem multifuncional, principalmente de origem gastrointestinal, psicológica ou alérgica. Cerca de 40% das crianças sofrem de cólicas, tanto os alimentados com leite materno como os com leites infantis.

Dormir é fundamental para o bebé e para si

Dormir é um bem fundamental para um bebé feliz e para uma família feliz. No entanto, os bebés que sofrem de cólicas frequentemente sofrem de alterações no sono, o que afecta também os pais e o resto da família. Isto é uma situação que pode chegar a ser muito frustrante e stressante.

A curto prazo são um motivo de ansiedade para os pais e a longo prazo podem produzir transtornos do sono e problemas de conduta.

Como se podem solucionar as cólicas?

Perante estas situações, em primeiro lugar é muito importante não ficar nervosa e tentar acalmar o bebé. Depois pode experimentar outros remédios, como por exemplo dar umas massagens ao bebé para ajudá-lo com as dores.

Se o bebé está a tomar uma fórmula infantil, o pediatra pode recomendar-lhe uma fórmula especial para estas situações. Se está a tomar leite materno, continuará com o mesmo.

O leite materno é uma fonte natural de probióticos, principalmente lactobacilos e bifidobacterias que se consideram muito importantes para a colonização bacteriana do intestino do bebé e que têm uma influência positiva na função digestiva.

O que são os probióticos?

Os probióticos são umas bactérias benéficas que exercem um efeito positivo sobre a saúde e bem-estar das pessoas ao melhorar o equilíbrio da flora intestinal.

O que é o L. reuteri?

O L. reuteri é um probiótico que se encontra de maneira natural no leite materno e que se tem vindo a demonstrar eficaz na redução do choro e das cólicas.

Promove o desenvolvimento de uma flora intestinal saudável que ajudará nos processos de amadurecimento e de adaptação do sistema digestivo do bebé.

 

Fonte:https://www.todopapas.com.pt/bebe/saude-do-bebe/bebes-saudaveis-e-sem-colicas-3395

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Bebês podem lembrar palavras ouvidas com frequência ainda dentro do útero

"Um bebê recém-nascido não é uma tela em branco. Ele já aprendeu como sua mãe e outros membros da família falam", afirma pesquisadora de novo estudo finlandês

Se você sentir vontade de falar com seu filho que ainda está dentro do seu útero, um novo estudo sugere que você deve fazê-lo. A pesquisa revela que os bebês, após o nascimento, são capazes de se lembrar de palavras que ouvem com frequência antes de nascer.

Getty Images

Pesquisadora afirma que essa habilidade de ouvir ainda dentro do útero aconteceria, provavelmente, na parte final da gestação

"Acreditamos que isto mostra a facilidade com que o cérebro nessa idade adapta-se a sons", disse a coautora do estudo Minna Huotilainen, docente do Finnish Center of Excellence in Interdisciplinary Music Research (Centro Finlandês de Excelência em Pesquisa Interdisciplinar de Música), na Universidade de Helsinki. "Um bebê recém-nascido não é uma tela em branco. Ele já aprendeu como sua mãe e outros membros da família falam", afirma

Pode parecer surpreendente que os bebês possam lembrar sons que ouviram quando ainda estavam dentro do útero da mãe, especialmente considerando que seus cérebros ainda estavam em desenvolvimento. Ainda assim, há sinais de que isso realmente acontece, segundo os pesquisadores.

"Já há algumas evidências de que os fetos podem aprender, e que os bebês podem lembrar-se de músicas ou trechos de fala desde o período fetal", disse Huotilainen.

Pseudopalavra

Os pesquisadores testaram a memória dos fetos finlandeses expondo-os a uma única palavra -"tatata"- que não significa nada na língua finlandesa.

"É a chamada 'pseudopalavra’. Escolhemos uma palavra longa – com três sílabas - para torná-la um desafio para os pequenos cérebros e dar-lhes algo difícil de aprender", Huotilainen disse. "Essa palavra poderia existir em finlandês. Segue todas as regras da língua finlandesa."

A partir da 29ª semana de gestação até o nascimento, cerca de metade das 33 mulheres grávidas que participaram do estudo ouviu gravações da palavra repetida centenas de vezes. Às vezes, as gravações apresentavam a palavra com a sílaba do meio diferente ("to") ou pronunciada de forma diferente.

Após o nascimento, os pesquisadores usaram exames para testar a atividade cerebral de todos os bebês quando escutavam a palavra. Aqueles que tinham ouvido o som antes "mostraram uma reação maior a esta palavra específica", disse Huotilainen. "Eles foram capazes de processá-la. Também conseguiram detectar mudanças com mais facilidade.”

Huotilainen afirmou que, aparentemente, essa habilidade de ouvir ainda dentro do útero acontece na parte final da gestação, embora este dado não tenha sido estudado “Os bebês começam a ouvir quando a gravidez já atingiu a metade do tempo total”, disse.

Patricia Kuhl , pesquisadora da fala e diretora do NSF Science of Learning Center (Centro de Ciência do Aprendizado NSF), na Universidade de Washington, elogiou o estudo. "O fato de que o aprendizado de sons apresentados com frequência ocorre enquanto as crianças ainda estão no útero significa que a aprendizagem de línguas não começa no dia um, no momento do nascimento, mas ao mesmo tempo que a criança ouve sons no útero. É realmente incrível que o cérebro do feto tenha essa capacidade."

O que os pais podem fazer com esta informação? "Estejam cientes de que o feto pode ouvir algo do mundo exterior e aprender com ele", disse a coautora do estudo Huotilainen. "Falem durante a gravidez. Os pais podem falar com outras pessoas ou com o feto, se quiserem."

O estudo foi publicado na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências.

 

Fonte: https://delas.ig.com.br/filhos/2013-09-01/bebes-podem-lembrar-palavras-ouvidas-com-frequencia-ainda-dentro-do-utero.html

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Como tirar fotos bonitas do bebê

Quatro fotógrafas especializadas em clicar crianças revelam os segredos para acertar a luz, o ritmo, o ângulo e o cenário. Confira:

Melissa Diniz / Edição: Aline Gomiero

Foto: Getty Images

Naturalidade

O primeiro mandamento é aproveitar os momentos que surgem. Os retratos espontâneos são os que melhor capturam a graça do seu bebê. "Muitos pais acham que os filhos não gostam de tirar foto, mas o que as crianças não querem mesmo é sair da rotina", ensina a fotógrafa Kamille Raupp, de São Paulo.

Foto: Getty Images

O modelo

Sua intuição de mãe é o termômetro. Se perceber que seu filho acordou de mau humor, não insista em fotografá-lo. Desista também se ele estiver sonolento, febril ou com o nariz escorrendo.

Hora dos cliques

Aposente a expressão: "Olhe o passarinho" e não peça ao bebê que sorria ou faça caras, bocas e poses - ele não entende nada disso. "O ideal é que o pequeno se esqueça da máquina na sua mão e aja naturalmente", diz a fotógrafa Catarina Zimbarra, de Lisboa. Uma saída é ficar com a câmera por perto enquanto brinca com o filhote e ir disparando alguns cliques ocasionais só para descontrair.

Criatividade

Pular, cantar e brincar também ajuda. Mas não prolongue demais a sessão. "Depois de uma hora, as crianças se cansam", afirma a fotógrafa paulistana Fernanda Bozza.

Foto: Getty Images

Luz

As fotógrafas são unânimes: a luz natural é perfeita para criar uma atmosfera aconchegante, que valoriza a beleza e a delicadeza do bebê. "Os períodos ideais são até 10 horas e logo após as 16", ensina Fernanda.

Cuidados

Dentro de casa, procure um cômodo com bastante claridade. "As janelas proporcionam uma luz difusa, que cria ótimos efeitos. Já a luz direta e frontal, como a do flash, produz sombras e dá a impressão de falta de volume", explica Catarina.

Foto: Getty Images

Ângulo

"Fotografe de longe sem que o bebê perceba nem olhe para a lente", ensina a fotógrafa Marcela Barros, de São Paulo. "Também gosto de fazer cortes diferentes, pegando só o rosto em close, por exemplo, sem mostrar as orelhas e o queixo."

Contato visual

Para Kamille, o maior erro é clicar a criança de cima para baixo. "Ela parece achatada. O melhor é sentar ou deitar, colocando-se na altura dela", ensina. Catarina também é adepta dessa técnica. "Costumo ficar no chão com os pequenos, mantendo o contato visual".

Foto: Getty Images

Figurino

Famosa por criar looks para lá de fofos, Kamille é fã de composições inusitadas. "Adoro o contraste dos materiais rústicos com a pele delicada do bebê", diz ela. Para o figurino, Kamille propõe criar uma atmosfera retrô, vestindo o filhote com alguma peça de crochê, tricô, babadinho ou renda.

Momentos

É preciso cuidado para não ter informações demais concorrendo com o bebê. O ideal é um fundo de cor única ou com estampa delicada. Uma receita de sucesso? Deixe seu filho adormecer na sua cama, sobre um lençol ou uma colcha bacana, suba no colchão e fotografe-o do alto.

Fonte: https://mdemulher.abril.com.br/familia/fotos/filhos/como-tirar-fotos-bonitas-bebe-641486.shtml#10

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Entendendo o bebê

Durante o primeiro ano de vida a boca é a região mais importante do corpo. Aliás sabemos que desde a gestação o feto tem uma certa predileção por sugar o dedinho.

O bebê suga não só para beber o leite, aliás nem sabe que isso o faz crescer e engordar, mas principalmente porque isso o tranqüiliza.

Muitas mães percebem a necessidade de sução contínua do bebê e acabam por dar-lhe de mamar o tempo todo, "entupindo" o bebê de leite. É como se achassem que o filho nunca está alimentado o suficiente.

Essa atitude pode se perpetuar por muitos anos, gerando uma preocupação na mãe em oferecer alimento à criança permanentemente, não só quando a criança está com fome, mas também para acalmá-la quando está agitada, com medo ou ansiosa. Isso precisa ser evitado: comer é um prazer, porém não é o único.

Caso contrário estará se formando desde a mais tenra infância um forte incentivo para a obesidade, assim como para a dependência do fumo ou álcool. Para a maioria dos adolescentes e adultos que comem, fumam ou bebem em excesso, a atividade oral continua sendo o principal meio de obter prazer, descarregar tensões , medos, angústias e dar segurança .

No final do primeiro ano a maioria das crianças se apega a um bichinho de pano ou pelúcia, ao travesseiro ou a um paninho. São objetos que a criança busca com freqüência na hora de dormir ou nos momentos em se sente angustiada, triste ou sozinha. Algumas crianças se apegam tanto ao cheiro desses objetos, que os recusam quando são lavados.

Esses objetos representam para o criança a mãe e são abandonados à medida que o bebê cresce e se torna uma criança.

Também a chupeta tem a função de acalmar e relaxar o bebê. Se a criança a utiliza , os pais podem retirá-la assim que adormece, evitando que fique com o hábito de usá-la a noite toda. O uso da chupeta apenas nos momentos "críticos" do dia, não favorece a dependência e pode ser um aliado dos pais.

Bebês e crianças pequenas usam o sugar, os paninhos e bichinhos e a chupeta como objetos de transição, para que possam crescer sem muitos medos ou ansiedade.

Mas a melhor fonte de redução de ansiedade com certeza é a MÃE, aquela que está disponível, afetiva e atenta a todos os movimentos do seu filho e permitindo seu crescimento.

Clarice Skalkowicz Jreissati

Fonte:https://guiadobebe.uol.com.br/entendendo-o-bebe/